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Patricia Ashton Prolla


Patricia Ashton Prolla

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
PPG Genética e Biologia Molecular UFRGS

Associated researcher





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Last update: 2021/03/28


Degrees

Ph.D. Ciências Biológicas (Bioquímica) na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1999
B.Sc. Medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1992


Current projects

2018 a AtualCaracterização molecular da região 5' e 3' UTR do gene TP53, perfil de transcriptoma e potenciais modificadores de fenótipo na síndrome de Li-Fraumeni.
Este projeto tem como objetivo principal caracterizar do ponto de vista molecular a região 5? e 3?UTR do gene TP53 em pacientes com fenótipo clínico da síndrome de SLF/LFL das regiões Sul e Sudeste do Brasil, bem como determinar o perfil global de expressão gênica em amostras biológicas obtidas destes pacientes e avaliar novos potenciais modificadores de fenótipo da síndrome.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), PALMERO, EDENIR INES, SANTIAGO, KARINA M., CARRARO, DIRCE M., Igor Araujo Vieira, Isabel Cristina Bandeira da Silva, Larissa Brussa Reis, Gabriel de Souza Macedo, Formiga MNC, Marina Siebert, Pilar, EF.
2018 a AtualBiópsia líquida para o adenocarcinoma de pulmão: implementação do método e descoberta de mecanismos de resistência a novas drogas
As neoplasias de traqueia, brônquios e pulmão são os tipos de câncer que mais causam mortes no mundo, levando a cada ano aproximadamente 1,7 milhões de pessoas a óbito. Estima-se que em 10 anos o número de casos cresceu 29%, com 2 milhões estimados somente em 2015. Neoplasias pulmonares são divididas em dois grandes grupos: câncer de pulmão de células pequenas (CPCP) e câncer de pulmão de não-pequenas células (CPNPC), este último responsável por 85% dos casos. Apesar dos avanços em tratamentos nos últimos anos, a taxa relativa de sobrevida de 5 anos é de apenas 15% para pacientes diagnosticados com CPNPC. Marcadores moleculares surgiram como uma nova ferramenta para auxiliar na terapêutica do câncer de pulmão, a qual baseia-se nas características histológicas e genéticas dos tumores. Por exemplo, deleções do éxon 19 e a substituição L858R do éxon 21 no gene EGFR estão associadas a altas taxas de resposta no tratamento com inibidores de tirosina quinase (ITQs). Já fusões de ALK eROS1 apresentam uma taxa de resposta de 72% ao tratamento com crizotinibe. Recentemente foi aprovado um novo tratamento imunoterápico chamado de pembrolizumabe, droga recomendada para CPNPC que expressam altos níveis da proteína PD-L1. No entanto, uma resposta satisfatória com o uso de um único agente anti-PD-1/PD-L1 tem variado de 10% - 45% em pacientes positivos para este biomarcador. Outras mutações que conferem resistência aos tratamentos com ITQs envolvem genes como KRAS, NRAS e BRAF. Fica evidente, portanto, que apesar dos avanços com o uso de marcadores moleculares, a resposta aos tratamentos atuais ainda está longe de ser completa. A avaliação do perfil molecular dos subtipos de CPNPC, aliada a uma correlação destes dados com os parâmetros clínicos dos pacientes, pode auxiliar na descoberta de novos biomarcadores que levem a uma melhor resposta aos tratamentos. Outro grande avanço no diagnóstico e prognóstico do câncer é o advento da biópsia líquida. Amostras contento material genético de células tumorais circulantes no sangue (cfDNA) são submetidas ao sequenciamento de nova geração para rastreamento de mutações. Dentre suas principais vantagens estão a baixa invasividade, possibilidade de realizar múltiplas coletas ao longo do tratamento e a possibilidade de representar a completa heterogeneidade do tumor. O desenvolvimento de novos protocolos para detecção de resistência intrínseca e adquirida em subtipos de CPNPC seria de grande proveito para o delineamento dos tratamentos no início e ao longo da progressão da doença, consequentemente aumentando as chances de uma resposta positiva.
Integrantes: Gabriel de Souza Macedo (coordenador), Patricia Ashton Prolla, Ursula da Silveira Matte, VIANNA, FERNANDA SALLES LUIZ, Tiago Finger Andreis, Vinicius Lorandi.
2018 a AtualPerfil molecular de pacientes brasileiros diagnosticados com adenocarcinoma de pulmão: epidemiologia e impacto preditivo de resposta a tratamentos
As neoplasias de traqueia, brônquios e pulmão são os tipos de câncer que mais causam mortes no mundo, levando a cada ano aproximadamente 1,7 milhões de pessoas a óbito. Estima-se que em 10 anos o número de casos cresceu 29%, com 2 milhões estimados somente em 2015. Neoplasias pulmonares são divididas em dois grandes grupos: câncer de pulmão de células pequenas (CPCP) e câncer de pulmão de não-pequenas células (CPNPC), este último responsável por 85% dos casos. Apesar dos avanços em tratamentos nos últimos anos, a taxa relativa de sobrevida de 5 anos é de apenas 15% para pacientes diagnosticados com CPNPC. Marcadores moleculares surgiram como uma nova ferramenta para auxiliar na terapêutica do câncer de pulmão, a qual baseia-se nas características histológicas e genéticas dos tumores. Por exemplo, deleções do éxon 19 e a substituição L858R do éxon 21 no gene EGFR estão associadas a altas taxas de resposta no tratamento com inibidores de tirosina quinase (ITQs). Já fusões de ALK e ROS1 apresentam uma taxa de resposta de 72% ao tratamento com crizotinibe. Recentemente foi aprovado um novo tratamento imunoterápico chamado de pembrolizumabe, droga recomendada para CPNPC que expressam altos níveis da proteína PD-L1. No entanto, uma resposta satisfatória com o uso de um único agente anti-PD-1/PD-L1 tem variado de 10% - 45% em pacientes positivos para este biomarcador. Outras mutações que conferem resistência aos tratamentos com ITQs envolvem genes como KRAS, NRAS e BRAF. Fica evidente, portanto, que apesar dos avanços com o uso de marcadores moleculares, a resposta aos tratamentos atuais ainda está longe de ser completa. A avaliação do perfil molecular dos adenocarcinomas de pulmão, aliada a uma correlação destes dados com os parâmetros clínicos dos pacientes, pode auxiliar na descoberta de novos biomarcadores que levem a uma melhor resposta aos tratamentos.
Integrantes: Gabriel de Souza Macedo (coordenador), Patricia Ashton Prolla, VIANNA, FERNANDA SALLES LUIZ, Tiago Finger Andreis, Vinicius Lorandi, Bruno da Silveira Correa, Guilherme Danielski Viola.
2018 a Atualmutographs of cancer: descobrindo as causas do câncer através das mutações de diferentes ambientes e hábitos.
Durante o último século, aprendemos muito sobre meio ambiente, estilo de vida, genética e outros fatores que causam o câncer humano. Este conhecimento forneceu o embasamento para programas bem-sucedidos de prevenção do câncer, incluindo, entre muitos outros, aqueles destinados a reduzir o tabagismo, a erradicação de vírus carcinogênicos, a eliminação de exposições ambientais e industriais como a radiação e o amianto e a redução do câncer de mama e ovário em mulheres com alto risco hereditário. Entretanto, muitos cânceres comuns apresentam grandes diferenças na incidência entre diferentes áreas geográficas e tendências ao longo do tempo, diferenças para as quais não entendemos as razões, apesar de haverem investigações específicas. Portanto, as causas importantes de câncer e as oportunidades de prevenção ainda precisam ser identificadas. Todos os cânceres são causados por mudanças no DNA de células no corpo, que ocorrem durante o curso da vida de um indivíduo. Essas mudanças são chamadas de mutações somáticas. Existem diferentes padrões de mutação somática, conhecidos como assinaturas mutacionais, ou seja, um tipo de impressão digital, que são gerados por diferentes fatores ambientais, de estilo de vida e genéticos que causam o câncer. Por exemplo, a fumaça do tabaco e a radiação ultravioleta na luz solar causam câncer por meio da geração de mutações somáticas, mas diferentes assinaturas mutacionais são encontradas nos pulmões e nos cânceres de pele que elas causam, respectivamente. Recentemente, por meio da análise das sequências de DNA de milhares de cânceres de diversos tipos em todo o mundo, mais de 40 diferentes assinaturas mutacionais têm sido relatadas. No entanto, o meio ambiente, o estilo de vida, a genética ou outras causas potenciais de muitas dessas assinaturas mutacionais são desconhecidos. Um dos principais objetivos do projeto mutographs é obter avanços em nossa compreensão das causas do câncer por meio de estudos de assinaturas mutacionais. Esse projeto de estudo envolverá a investigação de assinaturas mutacionais em mais de 7000 indivíduos com tumores para 5 diferentes tipos de câncer em 5 continentes. Por meio da realização de seqüenciamento de todo o genoma do tumor de todos os pacientes, vamos explorar se diferentes assinaturas mutacionais no DNA de câncer explicam as diferenças geográficas na incidência da doença. Nós também identificaremos as causas específicas das assinaturas mutacionais, seja por estilo de vida ou ambiental. Por meio da compreensão das causas do câncer, nosso trabalho pode levar a novas abordagens para preveni-lo e também pode proporcionar oportunidades para um melhor tratamento.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Ursula da Silveira Matte, Daniel C. Damin, VIANNA, FERNANDA SALLES LUIZ, Alessandro Osvaldt, Francine Hehn de Oliveira, Milton Berger, Brasil Silva Neto, Cleber D P Kruel.
2017 a AtualCARACTERIZACAO CLINICA E MOLECULAR DE PACIENTES DIAGNOSTICADAS COM CANCER DE OVARIO EPITELIAL, PERITONEAL PRIMARIO E DE TROMPAS DE FALOPIO EM HOSPITAL PUBLICO TERCIARIO DO RIO GRANDE DO SUL.

Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Cristina Brinkmann Oliveira Netto, Patricia Santos Silva, Clévia Rosset, Bárbara Alemar, Gabriel de Souza Macedo, Daniele Konzen, Raquel Camara Rivero.
2016 a AtualAvaliação do papel do SNP rs2043556 no gene MIR605 como potencial modificador de fenótipo na Síndrome de Li-Fraumeni
A Síndrome de Li-Fraumeni (SLF) (OMIM #151623) e sua variante, a Síndrome de Li-Fraumeni-like (LFL), são síndromes autossômicas dominantes de predisposição hereditária a vários tipos de câncer diagnosticados em idade jovem. Mutações germinativas no gene supressor tumoral TP53 estão associadas com a síndrome, sendo estas identificadas em aproximadamente 70% e 40% das famílias que preenchem critérios clínicos para a SLF e LFL, respectivamente. A mutação p.Arg337His parece resultar em uma alteração mais sutil da proteína, que a tornaria funcionalmente deficiente mediante certas condições e em tecidos específicos. O resíduo arginina no códon 337 desempenha um papel crítico em um motivo alfa-hélice envolvido na oligomerização da proteína. Estudos funcionais têm mostrado que a substituição de arginina por histidina rompe a conformação em tetrâmero (oligomerização) em um mecanismo dependente de pH, tornando o domínio incapaz de oligomerizar em condições de pH mais elevado. Por outro lado, os microRNAs participam de diversos processos biológicos, incluindo proliferação celular, diferenciação, apoptose e desenvolvimento, sendo que a desregulação desses processos está intimamente ligada à carcinogênese. Além disso, eles podem atuar como oncogenes ou supressores tumorais. Um estudo recente identificou o polimorfismo rs2043556 (A>G), localizado no gene MIR605, como um possível modificador de fenótipo em famílias que preenchem critérios clínicos para SLF e apresentam mutações germinativas no domínio de ligação ao DNA de p53. Apesar do tamanho amostral relativamente pequeno, o alelo variante G foi associado com uma aceleração de aproximadamente 10 anos na idade média ao diagnóstico do primeiro tumor nesse grupo de pacientes. Além disso, foi observado que o alelo polimórfico pode afetar o processamento pós-transcricional (maturação) do miRNA correspondente (miR-605), causando modificações no transcriptoma de tecidos tipicamente afetados em pacientes com câncer. Nesse contexto, o principal objetivo do estudo consiste em determinar as frequências alélicas e genotípicas da variante rs2043556 (A>G) do gene MIR605 e o efeito sobre o fenótipo clínico em indivíduos brasileiros com fenótipo da SLF/LFL portadores da mutação germinativa p.Arg337His. Financiadores: Fundo de Incentivo à Pesquisa e Eventos do HCPA (FIPE-HCPA).
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Edenir Inêz Palmero, Achatz, Maria Isabel W, MACEDO, GABRIEL S., SANTIAGO, KARINA M., Igor Araujo Vieira, Isabel Cristina Bandeira da Silva, Larissa Brussa Reis, Tiago Finger Andreis.
2016 a AtualCARACTERIZACAO DE INDIVIDUOS E FAMILIAS EM RISCO PARA FORMAS HEREDITARIAS DE CANCER PARA SUBSIDIAR A IMPLEMENTACAO DE NOVAS TECNOLOGIAS DE DIAGNOSTICO E O DESENVOLVIMENTO DE TERAPIAS DE ALVO MOLECULAR
OBJETIVOS GERAIS SUBPROJETO 1 - Caracterizar o perfil molecular de famílias com a síndrome de Li-Fraumeni e o perfil molecular, funcional e bioquímico da mutação fundadora em TP53 p.R337H SUBPROJETO 2 - Avaliar o impacto e a viabilidade do diagnóstico de síndrome de Lynch, a forma mais comum de câncer colorretal hereditário, no Sistema Único de Saúde mediante investigação clínica e laboratorial de indivíduos com a doença e provenientes de quatro regiões Brasileiras. SUBPROJETO 3 - Caracterizar do ponto de vista clínico e molecular pacientes e familiares com diagnóstico de neurofibromatose 1, neurofibromatose 2 e esclerose tuberosa, avaliados no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador).
2015 a AtualCARACTERIZAÇÃO CLÍNICA, MOLECULAR E FUNCIONAL DE PACIENTES COM ESCLEROSE TUBEROSA: CORRELAÇÕES GENÓTIPO-FENÓTIPO E EFEITO DOS INIBIDORES DE mTOR.
As genodermatoses são um grande grupo de doenças hereditárias com manifestações somente cutâneas ou cutâneas e em outros órgãos. As genodermatoses mais comuns são a neurofibromatose tipo 1, que afeta cerca de 1 em 3.000 indivíduos e a esclerose tuberosa (ET), que ocorre na frequência de 1 em 6.000 indivíduos, em ambos os sexos. A esclerose tuberosa é causada por mutações que inativam um dos dois genes, TSC1 ou TSC2, que codificam as proteínas tuberina e a hamartina, respectivamente. Esse complexo regula negativamente o crescimento celular e proliferação e também modula a sinalização dependente de PI3K através de mTOR. A doença tem herança autossômica dominante e é carcterizada pelo desenvolvimento de massas semelhantes à tumores (hamartomas) em uma variedade de órgãos. Atualmente, o diagnóstico de esclerose tuberosa se baseia nos critérios clínicos, e, como uma alternativa para as cirurgias, o tratamento com inibidores seletivos de mTORC1, da via de mTOR, tem sido proposto. Este projeto de pesquisa subdivide-se em dois subprojetos, relacionados, sendo o primeiro subprojeto um estudo básico de estabelecimento de correlações genótipo-fenótipo (análises moleculares) e o segundo subprojeto um estudo funcional in vitro, dentro do eixo temático da Esclerose Tuberosa e inibidores do mTOR. O objetivo geral do primeiro subprojeto é caracterizar do ponto de vista clínico e molecular pacientes e familiares com diagnóstico de esclerose tuberosa, avaliados em centros da Rede Nacional de Câncer Familial, realizar análise in silico do provável impacto das diferentes mutações encontradas nos genes TSC1 e TSC2 nas respectivas proteínas e tentar estabelecer correlações genótipofenótipo específicas. O objetivo geral do segundo subprojeto é avaliar os níveis de expressão dos genes da via PI3K/Akt/mTOR em pacientes diagnosticados com esclerose tuberosa e os efeitos das drogas inibidoras de mTOR e Akt nesses pacientes. Os pacientes com diagnóstico clínico de esclerose tuberosa serão recrutados prospectivamente nos ambulatórios de Oncogenética do Hospital de clínicas de Porto Alegre e demais centros colaboradores. Para as análises moleculares, serão utilizadas técnicas de ultima geração, como sequenciamento de nova geração, confimado por Sanger, e Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification (MLPA). Para as análises in silico serão utilizados cinco algoritmos de predição de efeito de mutações: PolyPhen 2, SDM (Site Direct Mutator), HOPE (Have Your Protein Explained), PHANTER e Mutation Assessor. O sequenciamento completo de exoma será realizado para tentar explicar a ocorrência do fenótipo da doença nos pacientes sem mutação encontrada. Para o estudo funcional, os pacientes que já estiverem incluídos no estudo molecular serão convidados para participar. Serão realizadas biópsias de pele para posterior isolamento e cultivo de fibroblastos, e a segunda passagem de cada grupo será tratada com diferentes inibidores de mTOR e um inibidor de Akt. O RNA total extraído das células será utilizado para a avaliação da expressão de genes relacionados à via de sinalização PI3K/AKT/mTOR. Para confirmar que a expressão protéica esta alterada nas vias estudadas, realizaremos a técnica de western blot. Será utilizada uma ANOVA one-way para comparar os resultados entre os grupos. Todas as análises serão realizadas utilizando o programa GraphPad Software Inc. versão 5. A elucidação dessas questões de estudo auxiliará não só na compreensão dos mecanismos de patogênese da esclerose tuberosa em pacientes com diferentes mutações germinativas, mas também no desenvolvimento de um acompanhamento personalizado e mais efetivo dos pacientes, com delineamento de estratégias terapêuticas específicas, dependendo da mutação encontrada e respostas individuais às diferentes drogas de alvo molecular. Ainda, a análise funcional poderá esclarecer a causa da doença em pacientes com mut
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Rafael Roesler, Cristina Brinckmann Oliveira Netto, Clévia Rosset, Larissa Brussa Reis, Jaeger, Mariane.
2014 a AtualCaracterização da Heterogeneidade Genômica e Epigenômica dos Tumores de Pâncreas e suas Lesões Precursoras
Os tumores pancreáticos são raros, mas possuem uma taxa de incidência muito próxima à taxa de letalidade. Parte da alta mortalidade dos tumores de pâncreas se deve ao diagnóstico difícil (muitas vezes somente possível com análise de tecido pancreático) e tardio da doença, que geralmente acontece com o tumor já em estágio avançado. O manejo adequado dos pacientes oncológicos depende da ampla compreensão dos eventos moleculares envolvidos na formação do tumor. Assim, o uso de informações obtidas a partir de uma combinação de estratégias de análises de larga escala, como as abordagens ômicas (metilômica, transcriptômica, genômica, proteômica) permitirá a determinação correta do perfil do paciente, possibilitando não só o diagnóstico seguro mas também, se possível, precoce, fornecendo informações essenciais à conduta clínica, como prognóstico e resposta ao tratamento.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), GREGÓRIO, CLEANDRA, Ivaine Tais Sauthier Sartor, Bárbara Alemar, Raquel Camara Rivero, Alessandro Osvaldt.
2013 a AtualCaracterização clínica e molecular de pacientes com genodermatoses em um hospital público e terciário do Sul do Brasil.
As genodermatoses são um grande grupo de doenças hereditárias com manifestações cutâneas ou também em outros órgãos. Elas afetam ambos os sexos em igual frequência, sendo a neurofibromatose tipo 1, a neurofibromatose tipo 2 e a esclerose tuberosa as genodermatoses mais comuns na região Sul do Brasil. As proteínas alteradas nessas doenças, são, respectivamente, a neurofibromina, a merlina e o complexo tuberina-hamartina. Todas essas proteínas possuem função de supressores tumorais, que regulam diferentes vias envolvidas no controle da proliferação celular, e diversos tipos de mutações já foram encontrados nos genes que as codificam. O diagnóstico clínico dessas doenças é complicado pelo alto grau de variabilidade fenotípica e o provável início tardio de alguns sinais. Nesses casos, os testes genéticos podem desempenhar um papel fundamental. O objetivo deste trabalho é caracterizar o fenótipo clínico, os dados demográficos, a história natural e as mutações germinativas de pacientes e familiares com diagnóstico de neurofibromatose 1, neurofibromatose 2 e esclerose tuberosa no sul do Brasil. Os pacientes a serem incluídos no presente estudo serão recrutados prospectivamente a partir do ambulatório de oncogenética do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, para atingir um número final de aproximadamente 150-180 casos. Os dados de avaliação clínica dos pacientes serão obtidos a partir das entrevistas com os pacientes e revisão dos prontuários médicos. As mutações germinativas serão investigadas em DNA extraído a partir da fração leucocitária de sangue periférico, utilizando as técnicas de Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification (MLPA) para a detecção de grandes deleções (MRC, Amsterdam, The Netherlands) e sequenciamento de nova geração em um equipamento PGM (Ion Torrent, Life Technologies), seguido da confirmação por sequenciamento de Sanger (ABI PRISM 3500 Applied Biosystems, California, USA), para a detecção de mutações de ponto. Todas as mutações encontradas serão comparadas com as descritas em um banco de dados (The Human Gene Mutation Database). A predição do efeito das mutações de sentido trocado para tentar estabelecer correlações genótipo-fenótipo será realizada por três algoritmos de predição de efeito de mutações: PolyPhen 2, SDM (Site Direct Mutator) e HOPE (Have Your Protein Explained). Os dados obtidos poderão ser úteis no estabelecimento de uma estratégia mais rápida e barata de diagnóstico genético para a doença na região, bem como aprimorar o aconselhamento genético e manejo terapêutico dos pacientes.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Cristina Brinckmann Oliveira Netto, Clévia Rosset, Larissa Brussa Reis.
2012 a AtualEstudo molecular, funcional e bioquímico da mutação fundadora TP53 p.R337H associada a risco para diversos tipos de câncer no Sul do Brasil.
A Síndrome de Li-Fraumeni (SLF) e sua variante, a Síndrome de Li-Fraumeni-like (LFL), são síndromes de predisposição hereditária ao câncer com padrão de herança autossômico dominante e com manifestações clínicas bastante heterogêneas. Os tumores mais comuns em indivíduos com a doença são os sarcomas de partes moles e osteossarcomas, câncer de mama, tumores cerebrais (em especial meduloblastoma e carcinoma de plexo coróide), leucemias e carcinoma adrenocortical (CAC). Mutações germinativas no gene TP53 são encontradas em aproximadamente 80% e 30% das famílias com critérios clínicos para SLF e LFL, respectivamente. No ano de 2001, um grupo de pesquisadores do Paraná identificou a mutação p.R337H (substituição de uma Arginina por uma Histidina no códon 337 do éxon 10 do gene TP53) em 35 de 36 pacientes com CAC. Mais recentemente, esta mutação foi associada a carcinoma de plexo coróide e câncer de mama e identificada em famílias preenchendo critérios para SFL e LFL. Ao contrário de mutações clássicas (mutações no domínio de ligação ao DNA da proteína) que ocorrem 1 a cada 2.000-5.000 indivíduos, a mutação TP53 p.R337H (localizada no domínio de oligomerização), parece ocorrer em alta freqüência (1 a cada 300 indivíduos da população geral) no Sul e Sudeste do Brasil e foi identificada como uma mutação fundadora. Classicamente, o produto do gene TP53, a proteína p53, é ativada em situações de estresse celular levando a reparo de eventuais danos ao DNA ou indução de senescência e apoptose em casos de DNA não reparado. Mais recentemente, p53 tem sido identificada como uma importante reguladora do metabolismo oxidativo, tendo um papel fundamental como uma proteína antioxidante Achados preliminares do nosso grupo identificaram elevada frequência da mutação p.R377H [70/815 (8,6%)] em pacientes diagnosticadas com câncer de mama, sendo mais frequente nas mulheres com ≤ 45 anos. Em crianças com tumores do espectro da síndrome, a mutação foi encontrada em pacientes com tumores adrenocorticais e carcinomas de plexo coróide, como já descrito anteriormente. No entanto, um número significativo de crianças com tumores entre uma série consecutiva de casos do Serviço de Oncologia Pediátrica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre apresentava critérios para a síndrome, com importante história familiar e ausência de mutações germinativas em TP53, sugerindo a existência de outros genes asociados à ocorrência da síndrome. Adicionalmente, quando foram avaliados parâmetros de metabolismo oxidativo em sangue periférico de pacientes portadores da mutação TP53 p.R337H, foi demonstrado que estes apresentam um aumento do dano oxidativo a proteínas e lipídios e alterações no conteúdo de antioxidantes. Estes e alguns outros dados já publicados na literatura em relação à mutação TP53 p.R337H, resultam em novas perguntas de pesquisa que são abordadas no presente projeto, entre elas: (1) Que outros genes podem estar associados à SLF/LFL em famílias sem mutações germinativas no gene TP53? (2) Que fatores genéticos podem estarenvolvidos com a heterogeneidade das manifestações clínicas encontradas emportadores da mutação TP53 p.R337H? (3) Qual a idade e origem da mutação TP53 p.R337H? (4) Que vias de sinalização celular estão alteradas em indivíduos portadores da mutação TP53p.R337H? (5) Qual o efeito da suplementação com antioxidantes sobre o fenótipo bioquímico de estresse oxidativo encontrado em portadores da mutação TP53 p.R337H? Neste abrangente estudo, espera-se responder a estas novas questões de pesquisa, agregando informação ao atual conhecimento sobre os aspectos etio-patológicos associados à TP53p.R337H. Isto será importante não só para elucidação dos mecanismos de carcinogênese associados a esta mutação, mas também para o acompanhamento mais efetivo dos pacientes, descoberta de novos marcadores e delineamento de novas estratégias terapêuticas.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Mariana Fitarelli-Kiehl, Achatz, Maria Isabel W, Giacomazzi, J., Palmero, Edenir Inez, Hainaut, P, Cristina Brinckmann Oliveira Netto, Igor Araujo Vieira, Gabriel de Souza Macedo, Fábio Klamt.
2011 a AtualAnálise de variantes genéticas relacionadas a DNA polimerase theta (Pol θ) e sua potencial contribuição para a instabilidade genética implicados no risco, progressão e prognóstico de câncer de mama esporádico e familial.
Estudos recentes acerca do desenvolvimento de células tumorais mostram que a instabilidade genética possui um papel crucial neste processo. Tal instabilidade aparece em estágios iniciais, precedendo mutações no gene p53 e agravando a história natural da doença. Entretanto, os mecanismos moleculares envolvidos neste stress replicativo em células cancerosas ainda não estão bem compreendidos. Alterações em genes envolvidos na replicação do genoma podem promover a instabilidade genética e consequente desenvolvimento do câncer. Evidências atuais mostram que a superexpressão da Pol ¸ observada em tumores de mama não é um agente passivo no desenvolvimento tumoral. A expressão aberrante da DNA polimerase TLS Pol¸ parece ser um motor para a instabilidade genética observada em células tumorais, conduzindo a modificações de parâmetros replicativos, instabilidade genética e consequente desenvolvimento tumoral (Lemée et al., 2010). Ao mesmo tempo, o câncer de mama representa um sério problema de saúde pública devido a sua elevada incidência, morbidade e mortalidade. As indicações terapêuticas destas patologias levam em consideração fatores histológicos, clínicos e moleculares. Estes fatores prognósticos ainda são insuficientes tendo em vista a heterogeneidade clínica da doença. Portanto, a melhor classificação prognóstica do câncer mama pode refinar as indicações terapêuticas implicadas com consequente melhora na sobrevida dos pacientes. Tendo em vista a importância da DNA polimerase theta como assinatura genética para o desenvolvimento e progressão do câncer de mama, a análise de variantes genéticas relacionadas ao gene POLQ representa um campo ainda não explorado de marcadores moleculares populacionais e de prognóstico em pacientes com câncer de mama. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), os estudos populacionais são de grande importância para a identificação de fatores etiológicos e populações susceptíveis ao desenvolvimento tumoral, subsidiando o estabelecimento de estratégias de prevenção, diagnóstico e tratamento mais eficientes.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Lavínia Schüler-Faccini, Ana Paula Brandalize, Tiago Finger Andreis, Cintia de Oliveira Giongo, Roberto Minozzo.
2011 a AtualDiagnóstico clínico e laboratorial da Síndrome de Lynch: um estudo de custo-efetividade para o SUS.

Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Edenir Inêz Palmero, João Carlos Prolla, rosane paixao schlatter, Luise Meurer, Carisi A. Polanczyk, Sidney E. Santos, Patricia Koehler-Santos, Achatz, Maria Isabel W, Miguel A. M. Moreira, Naye Balzan Schneider.
2008 a AtualAnálise das mutações Y165C e G382D no gene MYH em indivíduos em risco para polipose associada ao gene MUTYH
Estudo de prevalência de mutações comuns no gene MUTYH em série de casos de polipose colônica
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Carlos Eduardo Ferreira Pitroski, Márcia Graudenz, Patricia Koehler-Santos.
2005 a AtualEstudo sobre o perfil de risco e a frequência de polimorfismos genéticos associados ao câncer de mama em um grupo de mulheres de Porto Alegre
No Brasil o câncer de mama (CM) é um problema significativo, de saúde pública, representando a primeira causa de morte por câncer em mulheres de todas as idades. O Rio Grande do Sul (RS), por motivos ainda desconhecidos, tem uma das maiores taxas de incidência e mortalidade do País, e Porto Alegre é a cidade brasileira recordista nestes números. Alterações em genes de suscetibilidade são relevantes para determinar fatores etiológicos e direcionar adequadamente estratégias de prevenção, por isso a correlação de polimorfismos de baixa penetrância que influenciam a suscetibilidade ao CM com outros fatores de riscos não-genéticos (ambientais, hormonais) poderá esclarecer novos mecanismos para carcinogênese dos tumores de mama em nosso meio. O presente estudo objetiva caracterizar um grupo de mulheres de 40 a 69 anos residentes em Porto Alegre quanto a fatores de risco genéticos colhidos a partir do heredograma, fatores de risco não-genéticos para o CM, tais como: consumo de cigarro, álcool, uso de hormônios exógenos e outros; caracterizar a população em questão quanto a polimorfismos associados a risco de CM nos genes da família GST, receptor de progesterona (PR), receptor de estrógeno (ER), STK15, TP53, mieloperoxidase (MPO), entre outros comparando as frequências gênicas e genotípicas das variações obtidas com aquelas já descritas. Fazem parte da amostra mulheres que estão em avaliação da saúde da mama através de acompanhamento mamográfico, sendo que o total de mulheres incluídas neste estudo foi de 750. Todas mulheres que consentiram em participar foram submetidas a coleta de 10 ml de sangue periférico, o qual foi extraído o DNA (junto ao Centro de Pesquisas ? HCPA). A investigação molecular será realizada no Centro de Pesquisa ? HCPA e no Departamento de Genética da UFRGS apartir do 2º semestre de 2006, sendo selecionados polimorfismos associados a um risco relativo superior a 1.5 para câncer de mama (nível de significância de 5%).
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador).
2005 a AtualTriagem molecular de tumores de endométrio para identificação de casos hereditários associados a defeitos no sistema MMR de reparo no DNA
Nos países desenvolvidos, o câncer do endométrio ocupa o 1º lugar em frequência dentre as diversas localizações do aparelho genital feminino, e no Brasil ele está situado em 4º lugar. De todos os casos de câncer de endométrio, 5% é de caráter hereditário. O câncer de endométrio é também o tipo de câncer extra-colônico mais comum associado ao câncer colorretal hereditário não polipomatoso (HNPCC). O HNPCC é a forma mais frequente de câncer colorretal hereditário, apresentando uma incidência de 1:1000 indivíduos nos Estados Unidos, e trata-se de uma doença genética de herança autossômica dominante com alta penetrância (80-90%). O segundo tipo de câncer mais frequente no HNPCC, depois o câncer colorretal, é o câncer de endométrio. Sabe-se que a causa do desenvolvimento do HNPCC é um defeito (mutação germinativa) em qualquer um dos genes de reparo do DNA (MLH1, MSH2, MSH3, MSH6, PMS1, PMS2), chamados genes do sistema MMR (mismatch repair). Os genes mais frequentemente alterados são MLH1 e MSH2. Mutações em MSH2 e MLH1 são encontradas em 90% das famílias HNPCC com mutação identificada. Mutações em MSH6 têm sido encontradas tanto em famílias clássicas como também em famílias atípicas de HNPCC e, em especial, famílias com câncer de endométrio. Os objetivos desse estudo são caracterizar a instabilidade de microssatélites (IMS), padrão de expressão de genes MMR por imunohistoquímica (IHQ) e padrão de metilação de promotor de MLH1, MSH2 e MSH6 em uma amostra de tumores de endométrio de pacientes em risco para HNPCC, quanto à sua frequência e correlacionar a sua presença com marcadores clínicos e cirúrgicos. Serão analisadas pelo menos 40 pacientes que preencham os seguintes critérios: pacientes com câncer de endométrio diagnosticado antes dos 50 anos de idade; pacientes câncer de endométrio e familiar em primeiro grau com tumor associado a HNPCC; pacientes com câncer de endométrio e outro tumor primário associado a HNPCC sincrônico ou metacrônico.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador).
2004 a AtualCaracterização de um grupo de pacientes em risco para câncer de mama e ovário hereditários quanto à presença e frequência de rearranjos gênicos em BRCA1
Considerando a alta incidência e prevalência do câncer de mama no Brasil e a importância de diagnosticar indivíduos com predisposição hereditária ao câncer de mama pelo grande potencial de prevenção do câncer nestes indivíduos e seus familiares, é importante verificar a frequência de alterações moleculares específicas para câncer de mama hereditário em nosso meio. Recentemente, uma parcela significativa de pacientes com histórias típicas de câncer de mama hereditário tem se apresentado como portadora de grandes rearranjos gênicos (deleções ou duplicações), que normalmente não são detectados pelos métodos tradicionais de diagnóstico. Sendo assim, o objetivo geral do presente estudo é verificar a frequência de rearranjos gênicos em BRCA1 em uma amostra de indivíduos brasileiros com diagnóstico clinico de síndrome de predisposição hereditária ao câncer de mama e ovário. Os objetivos específicos são: 1.Estabelecer correlações genótipo-fenótipo: correlacionar a presença ou ausência de rearranjo com aspectos clínicos tais como: história familiar, tipos de tumores presentes na família, idade ao diagnóstico, perfil anátomo-patológico e evolução do tumor. 2.Comparar duas técnicas laboratoriais distintas para identificação de rearranjos gênicos em BRCA1 (PCR longo e Multiplex Ligation-dependent Probe Amplification ? MLPA) quanto à sua eficácia diagnóstica nos pacientes estudados.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Roberto Giugliani, Edenir Inêz Palmero.
2004 a AtualIdentificação e caracterização de pacientes em risco para câncer de mama hereditário no Sul do Brasil
No Brasil, o câncer de mama (CM) é um problema significativo de saúde pública devido à sua morbidade e às altas taxas de incidência e mortalidade, representando a primeira causa de morte por câncer em mulheres brasileiras de todas as idades. Cerca de 10-15% dos casos de CM são associados hereditários, causados por mutações germinativas em genes tais como BRCA1, BRCA2, TP53. Serviços de oncogenética, especializados na investigação de indivíduos em risco para câncer hereditário estão sendo estruturados no Brasil, estando localizados exclusivamente em serviços terciários de alta complexidade na atenção à saúde. Em 2003 foi delineado um estudo de pesquisa exploratório aqui denominado ?Projeto Genética NMPOA? para determinar a prevalência de indivíduos em risco para CM hereditário, e a prevalência de mutações germinativas em genes de predisposição em uma amostra populacional do sul do Brasil. Mulheres atendidas em postos do Programa Saúde da Família (PSF) respondiam a questionário sobre história familiar e aquelas com algum fator de risco eram encaminhadas para avaliação genética com equipe multidisciplinar. Resultados preliminares deste projeto piloto que até o momento avaliou 9000 mulheres da cidade de Porto Alegre acima de 15 anos de idade indicam que: (a) 24% das mulheres relata diagnóstico de câncer em familiares de primeiro grau, sendo CM o tumor mais freqüente com diagnóstico em idade média < 50 anos; (b) o questionário utilizado para identificar famílias de CM e ovário hereditários e de CM e cólon hereditários, identificou um número grande de famílias com Síndrome de Li-Fraumeni e Síndrome de Li-Fraumeni-Like (SLF/SLFL) representando 24% de todas famílias com CM hereditário (muito superior ao citado na literatura: <1% dos casos de CM hereditário); (c) uma parcela significativa das mulheres apresenta outros potenciais fatores de risco para CM como sobrepeso e exposição ao fumo.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador).
2003 a AtualCaracterização de pacientes em risco para câncer de mama hereditário no Sul do Brasil
Este projeto de pesquisa foi desenvolvido em parceria com várias instituições públicas e privadas para rastrear, em uma população de cerca de 10,000 mulheres residentes na zona sul de Porto Alegre, fatores de risco genético para o câncer de mama. Mulheres identificadas como de alto risco por aconselhamento genético poderão realizar um teste de genético (DNA) de predisposição ao câncer, que visa tornar esta estimativa de risco mais objetiva. Este projeto é inovador não só pelo seu caráter epidemiológico de busca de fatores de risco a nível populacional como pela sua capacidade de integrar uma área altamente especializada da medicina à saúde pública disponibilizando o processo de aconselhamento e teste genético diretamente à comunidade. Para realização do estudo foi alocada verba internacional solicitada junto à Fundação Susan G. Komen (EUA) de incentivo à pesquisa ao câncer de mama no valor de U$ 250.000. Este foi o único projeto latino-americano entre os 10 agraciados no ano de 2004 na categoria populacional.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Roberto Giugliani, Maira Caleffi, Luciane Kalakun, Lavínia Schüler-Faccini, Edenir Inêz Palmero.
2003 a AtualIdentificação e análise de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 em famílias com predisposição hereditária ao câncer de mama e/ou câncer de ovário por DHPLC
Identificação e análise de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 em famílias com predisposição hereditária ao câncer de mama e/ou câncer de ovário por técnica de rastreamento de mutações (DHPLC - cromatografia líquida de alta performance desnaturante). Ao longo do estudo os critérios foram ampliados para incluir também o estudo de outros genes de predisposição ao câncer de mama como CHEK2, associado ao câncer de mama e cólon hereditários.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Roberto Giugliani, Melissa Brauner Blom, Maira Caleffi, Luciane Kalakun, Lavínia Schüler-Faccini, Edenir Inêz Palmero.
2003 a AtualPrevalência e valor prognóstico de marcadores moleculares em tumores colorretais hereditários
Este estudo tem como objetivo principal caracterizar clinica e molecularmente (IMS, IHQ, metilação, análise por MLPA e DHPLC) tumores colorretais de pacientes com HNPCC. Especificamente, estão previstas as seguintes metas: 1.Caracterizar clinicamente os pacientes com HNPCC; 2.Caracterizar os tumores por assinatura nuclear digital; 3.Estudar tumores HNPCC através da análise de um painel de 5 marcadores (BAT-25, BAT-26, D2S123, D5S346 e D17S250) para instabilidade de microssatélites; 5.Analisar a expressão das proteínas mlh1, msh2 e msh6 nos CCRs positivos para instabilidade através de imunohistoquímica; 6.Estudar os CCRs deficientes em mlh1, msh2 e msh6 através da análise de metilação dos promotores dos respectivos genes; 7.Analisar os tumores quanto à presença de grandes rearranjos através de MLPA; 8.Correlacionar estes achados moleculares com a caracterização clínica e laboratorial ao diagnóstico da neoplasia. O estudo será desenvolvido no Centro de Pesquisa do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, em colaboração com o Serviço de Genética Médica deste Hospital e com o Departamento de Genética da UFRGS. Pacientes candidatos para o estudo serão recrutados do HCPA desde que sejam preenchidos todos os critérios de inclusão (busca espontânea). Além disso, a raridade das síndromes de predisposição hereditária nos estimulou a propor uma busca ativa por pacientes candidatos ao estudo no HCPA. Serão analisadas de 50 a 100 famílias afetadas por HNPCC, definidos pelos critérios de Amsterdam e/ou Bethesda.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Renata dos Santos Coura, Mário Antonello Rosito, João Carlos Prolla, Luise Meurer.
2003 a AtualRegistro de câncer colorretal hereditário no Rio Grande do Sul
Criação de um registro de dados demográficos, clínicos e de material biológico de indivíduos nascidos no Rio Grande do Sul e portadores de síndromes de câncer colorretal hereditário. Serão obtidos, mediante aconselhamento genético (do paciente e seus familiares) amostras de sangue periférico para extração de DNA e de tecidos tumorais (cólon, endométrio, ovário) e normais para análises moleculares e de imunohistoquímica.
Integrantes: Patricia Ashton Prolla (coordenador), Renata dos Santos Coura, Roberto Giugliani, Mário Antonello Rosito, João Carlos Prolla.

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Recent publications

Articles in journals

Prevalence of the Brazilian TP53 Founder c.1010G>A (p.Arg337His) in Lung Adenocarcinoma: Is Genotyping Warranted in All Brazilian Patients?
2021. Frontiers in Genetics.
MIR605 rs2043556 is associated with the occurrence of multiple primary tumors in TP53 p.(Arg337His) mutation carriers
2020. Cancer Genetics.
Synchronous Periampullary Tumors in a Patient with Pancreas Divisum and Neurofibromatosis Type 1
2020. Frontiers in Genetics.
Haplotypic characterization of BRCA1 c.5266dupC, the prevailing mutation in Brazilian hereditary breast/ovarian cancer
2020. GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY (ONLINE VERSION).
Cancer-related worry and risk perception in Brazilian individuals seeking genetic counseling for hereditary breast cancer
2020. GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY (ONLINE VERSION).
Genetic Cancer Risk Assessment: a screenshot of the psychosocial profile of women at risk for Hereditary Breast and Ovarian Cancer Syndrome
2020. Psycho-Oncology.
Recommendations for Advancing the Diagnosis and Management of Hereditary Breast and Ovarian Cancer in Brazil
2020. JCO Global Oncology.
Germline variants in DNA repair genes associated with hereditary breast and ovarian cancer syndrome: analysis of a 21 gene panel in the Brazilian population
2020. BMC Medical Genomics.
Comprehensive germline mutation analysis and clinical profile in a large cohort of Brazilian Xeroderma pigmentosum patients
2020. JOURNAL OF THE EUROPEAN ACADEMY OF DERMATOLOGY AND VENEREOLOGY.
Calcium signaling alterations caused by epigenetic mechanisms in pancreatic cancer: from early markers to prognostic impact.
2020. Cancers.
XAF1 as a modifier of p53 function and cancer susceptibility
2020. SCIENCE ADVANCES.
Systems Biology approaches reveal potential phenotype modifier genes in Neurofibromatosis type 1
2020. Cancers.
The role of genomics in global cancer prevention
2020. Nature Reviews Clinical Oncology.
SKIN PIGMENTATION POLYMORPHISMS ASSOCIATED WITH INCREASED RISK OF MELANOMA IN A CASE-CONTROL SAMPLE FROM SOUTHERN BRAZIL
2020. BMC CANCER.
Tuberous Sclerosis Complex with rare associated findings in the gastrointestinal system: a case report and review of the literature.
2020. BMC GASTROENTEROLOGY.
Pooling of samples to optimize SARS-CoV-2 diagnosis by RT-qPCR: comparative analysis of two protocols.
2020. European Journal of Clinical Microbiology & Infectious Diseases.
Haplotype analysis of the internationally distributed BRCA1 c.3331_3334delCAAG founder mutation reveals a common ancestral origin in Iberia
2020. BREAST CANCER RESEARCH.
Brazilian Group of Gastrointestinal Tumours? consensus guidelines for the management of gastric cancer
2020. ECANCERMEDICALSCIENCE.
Early onset colorectal cancer in Li-Fraumeni Patients
2019. GASTROENTEROLOGY.
Performance of the Gail and Tyrer-Cuzick breast cancer risk assessment models in women screened in a primary care setting with the FSH7 questionnaire
2019. GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY.
From colorectal cancer pattern to the characterization of individuals at risk: Picture for genetic research in Latin America
2019. INTERNATIONAL JOURNAL OF CANCER.
Reviewing the characteristics of BRCA related cancers in the precision medicine era
2019. GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY.
TP53 variants of uncertain significance: increasing challenges in variant interpretation and genetic counseling
2019. Familial Cancer.
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2019. GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY.
TULP3: a potential biomarker in colorectal cancer?
2019. PLoS One.
Analysis of Predictive Biomarkers in Patients with Lung Adenocarcinoma from Southern Brazil reveals a Distinct Profile from other Regions of the Country
2019. JOURNAL OF GLOBAL ONCOLOGY.
The Role of Co-deleted Genes in Neurofibromatosis Type 1 Microdeletions: an Evolutive Approach
2019. Genes.
A comprehensive analysis of core polyadenylation sequences and regulation by microRNAs in a set of cancer predisposition genes
2019. GENE.
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2018. Revista Brasileira de Políticas Públicas.
O CASO MYRIAD GENETICS E A PROTEÇÃO AO DIREITO HUMANO À SAÚDE
2018. Revista de Direito Brasileira.
Germline MLH1, MSH2 and MSH6 variants in Brazilian patients with colorectal cancer and clinical features suggestive of Lynch Syndrome
2018. Cancer Medicine.
The challenge of evaluating adnexal masses in breast cancer patients
2018. Clinical Breast Cancer.
Clinical and molecular characterization of neurofibromatosis in southern Brazil
2018. EXPERT REVIEW OF MOLECULAR DIAGNOSTICS.
p53 signaling pathway polymorphisms, cancer risk and tumor phenotype in TP53 R337H mutation carriers
2018. Familial Cancer.
The germline mutational landscape of BRCA1 and BRCA2 in Brazil
2018. Scientific Reports.
Screening and characterization of BRCA2 c.156_157insAlu in Brazil: results from 1380 individuals from the South and Southeast.
2018. Cancer Genetics.
TP53 p.Arg337His germline mutation prevalence in Southern Brazil: further evidence for mutation testing in young breast cancer patients.
2018. PLoS One.
TSC1 and TSC2 gene mutations and their implications for treatment in Tuberous Sclerosis Complex: a review
2017. Genetics and Molecular Biology (online version).
BRCA1 and BRCA2 mutational profile and prevalence in hereditary breast and ovarian cancer (HBOC) probands from Southern Brazil: Are international testing criteria appropriate for this specific population?
2017. PLoS One.
A survey of the clinicopathological and molecular characteristics of patients with suspected Lynch syndrome in Latin America
2017. BMC CANCER.
Rare germline alterations in cancer-related genes associated with the risk of multiple primary tumor development
2017. Journal of Molecular Medicine (Berlin. Print).
Recommended guidelines for validation, quality control and reporting of TP53 variants in clinical practice
2017. Cancer Research.
Molecular analysis of TSC1 and TSC2 genes and phenotypic correlations in Brazilian families with tuberous sclerosis
2017. PLoS One.
Screening for germline mutations in mismatch repair genes in patients with Lynch syndrome by next generation sequencing
2017. Familial Cancer.
Genetic counseling to outpatient cancer population.
2017. JOURNAL OF CLINICAL ONCOLOGY.
BRCA1 and BRCA2 rearrangements in Brazilian individuals with Hereditary Breast and Ovarian Cancer Syndrome
2016. Genetics and Molecular Biology (online version).
Screening for germline BRCA1, BRCA2, TP53, and CHEK2 mutations in families at- risk for hereditary breast cancer identified in a population-based study from Southern Brazil.
2016. Genetics and Molecular Biology (Impresso).
Retinoblastoma in a pediatric oncology reference center in Southern Brazil
2016. BMC Pediatrics (Online).
Brazilian health-care policy for targeted oncology therapies and companion diagnostic testing
2016. Lancet Oncology.
The Development of the Study of Hereditary Cancer in South America
2016. Genetics and Molecular Biology (online version).
Polymorphisms in CYP19A1 and NFKB1 genes are associated with cutaneous melanoma risk in southern Brazilian patients
2016. Melanoma Research.
Prevalence of Hispanic BRCA1 and BRCA2 mutations among hereditary breast and ovarian cancer patients from Brazil reveals differences among Latin American populations
2016. Cancer Genetics.
Comparison of multiple genotyping methods for the identification of the cancer predisposing founder mutation p.R337H in TP53
2016. Genetics and Molecular Biology (Impresso).
Germline mutational spectrum of Brazilian HBOC patients tested with hereditary cancer multigene panels.
2016. JOURNAL OF CLINICAL ONCOLOGY.
Rare germline variant (rs78378222) in the TP53 3' UTR: Evidence for a new mechanism of cancer predisposition in Li-Fraumeni syndrome
2016. Cancer Genetics.
miRNA-21 and miRNA-34a Are Potential Minimally Invasive Biomarkers for the Diagnosis of Pancreatic Ductal Adenocarcinoma
2016. PANCREAS.
Characterization of individuals at high risk of developing melanoma in Latin America: bases for genetic counseling in melanoma
2016. GENETICS IN MEDICINE.
Commentary regarding Schayek et al., entitled 'The rate of recurrent BRCA1, BRCA2, and TP53 mutations in the general population, and unselected ovarian cancer cases, in Belo Horizonte, Brazil'
2016. Cancer Genetics.
The Brazilian Hereditary Cancer Network: historical aspects and challenges for clinical cancer genetics in the public health care system in Brazil
2016. Genetics and Molecular Biology (online version).
Highly prevalent TP53 mutation predisposing to many cancers in the Brazilian population: a case for newborn screening?
2009. Lancet Oncology.
Detection of R337H, a germline TP53 mutation predisposing to multiple cancers, in asymptomatic women participating in a breast cancer screening program in Southern Brazil
2008. Cancer Letters (Print).

Papers in conferences

Criação de ambulatório para atendimento de pacientes de alto risco para câncer hereditário em hospitais terciários
2001. 13º Congresso Brasileiro de Genética Clínica. 0
Melanoma familiar: identificação e caracterização de mutações no gene CDKN2A em indivíduos de alto risco de melanoma
2001. 13º Congresso Brasileiro de Genética Clínica. 1

Extended abstracts in conferences

Abstract P1-07-19: Spatial analyses of breast cancer in women 15-49 years-old in Rio Grande do Sul, southern Brazil
2016. Abstracts: ThirtyEighth Annual CTRCAACR San Antonio Breast Cancer Symposium; December 812, 2015; San Antonio, TX.
Abstract 804: Energetic metabolism and DNA damage response in fibroblasts from Li-Fraumeni syndrome patients: new insights into the molecular mechanisms of the disease
2015. Proceedings: AACR 106th Annual Meeting 2015; April 1822, 2015; Philadelphia, PA.
Hereditary colorectal cancer registries in Latin America: a growing force for a desperate need.
2013. Insight Biennial Meeting 2013.
Lynch syndrome in South America: a new frontier
2013. 5th Insight Biennial Meeting 2013.
Occurrence of 2152 C>T MSH2 mutation in Braziian Lynch Syndrome families
2012. 14th ESMO World Congress on Gastrointestinal Cancer.

Abstracts in conferences

Multigene panel testing for Hereditary Breast and Ovarian Cancer in Brazil
2018. I International Symposium on Molecular Genetics of Breast Cancer.
Abstract 4282: Germline TP53 p.R337H mutations and Li-Fraumeni syndrome: A new variant form of the disease
2017. Proceedings: AACR Annual Meeting 2017; April 15, 2017; Washington, DC.
Câncer de mama na idade jovem em paciente com mutação germinativa no gene BRCA2 e no gene NF1
2016. 36ª Semana Científica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Abstract P2-09-12: Prevalence of Hispanic and mutations among HBOC patients from Southern Brazil reveal differences among Latin American populations
2016. Abstracts: ThirtyEighth Annual CTRCAACR San Antonio Breast Cancer Symposium; December 812, 2015; San Antonio, TX.
Caracterização dos sinais de poliadenilação e da regulação por microRNAs em um conjunto abrangente de genes de predisposição ao câncer
2016. 36ª Semana Científica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

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Ana Karolina Maia de Andrade. Perfil clínico e das intervenções redutoras de risco adotadas por pacientes com variantes nos genes BRCA1 e BRCA2 procedentes da região Sul do Brasil. Início: 2019. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)
Guilherme Viola. ANÁLISE DA EXPRESSÃO DE VARIANTES DE HISTONAS COMO POTENCIAIS BIOMARCADORES DE PROGNÓSTICO NO ADENOCARCINOMA DUCTAL PANCREÁTICO. Início: 2019. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)

PhD

Rafael Leal Zimmer. ANÁLISE DESCRITIVA DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA EM NÍVEL REGIONAL E NACIONALE SUA CORRELAÇÃO COM OS RECURSOS FINANCEIROS APLICADOS NA PESQUISA.. Início: 2019. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)
Tiago Finger Andreis. AVALIAÇÃO DO PERFIL MOLECULAR DE PACIENTES DIAGNOSTICADOS COM CÂNCER DE PULMÃO DE NÃO-PEQUENAS CÉLULAS E IMPLEMENTAÇÃO DO MÉTODO DE BIÓPSIA LÍQUIDA PARA INVESTIGAÇÃO DE MECANISMOS DE RESISTÊNCIA A NOVAS DROGAS. Início: 2018. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)
Igor Araujo Vieira. CARACTERIZAÇÃO MOLECULAR DA REGIÃO 5? E 3?UTR DO GENE TP53, PERFIL DE TRANSCRIPTOMA E POTENCIAIS MODIFICADORES DE FENÓTIPO EM PACIENTES COM SÍNDROME DE LI-FRAUMENI. Início: 2017. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)
Larissa Brussa Reis. CARACTERIZAÇÃO CLINICA E MOLECULAR DE PACIENTES AFETADOS PELA SÍNDROME DICER 1 E SUA RELAÇÃO COM TUMORES DA SINDROME DE LI-FRAUMENI. Início: 2017. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)

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