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Luciana Stefani


Luciana Stefani

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Departamento de Cirurgia

Pesquisador colaborador





Informações resumidas do Currículo Lattes


Currículo Lattes atualizado em 26/02/2021

Nome em citações bibliográficas: STEFANI, Luciana Paula Cadore;STEFANI, Luciana Cadore;STEFANI, L. C.;STEFANI, LUCIANA C.;CADORE, LUCIANA P.;CADORE, L. P.;cadore stefani, luciana;Cadore Stefani, L;CADORE STEFANI, L.;CADORE STEFANI, LUCIANA PAULA;STEFANI, L C


Formação acadêmica

Doutorado em Medicina: Ciências Médicas na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 2012
Graduado em Medicina na Universidade Federal do Rio Grande do Sul em 1999


Projetos de pesquisa em andamento

2020 a AtualDESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE UM MODELO PREDITIVO, UTILIZANDO TÉCNICAS DE APRENDIZADO DE MÁQUINA, PARA MORTE HOSPITALAR PÓS OPERATÓRIA, REINTERVENÇÃO CIRÚRGICA, ADMISSÃO NÃO PLANEJADA EM UTI E REINTERNAÇÃO APÓS A ALTA EM COORTE DE PACIENTES ADULTOS SUB
Será realizado um estudo de coorte retrospectivo utilizando-se os dados de prontuário eletrônico de todos os pacientes adultos submetidos a cirurgia não cardíaca, excluindo-se procedimentos sob anestesia local, obstétricos e transplantes, entre o período de Janeiro de 2015 a Dezembro de 2019. Este é um estudo para avaliação de Big Data, desta forma, serão utilizados todos os casos disponíveis para análise. As variáveis preditoras serão os dados demográficos, características do procedimento cirúrgico, avaliação clínica global pré-operatória e exames laboratoriais dos pacientes. Os desfechos serão mortalidade intra hospitalar, reintervenções, admissão não programada em UTI e reinternação após a alta em 30 dias. Os modelos serão desenvolvidos utilizando-se Aprendizado de Máquinas para avaliação destes pacientes e após será feita uma avaliação da calibração destes modelos e comparação com modelos existentes. Os objetivos deste projeto se dividem em objetivo primário e secundários. Objetivo primário: Desenvolver e validar um modelo preditivo de morte intra hospitalar pós operatória em 30 dias baseado em análise de aprendizado de máquinas utilizando features clínicos e laboratoriais pré operatórios de pacientes adultos submetidos a cirurgia não cardíaca no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Objetivos secundários: 1. Desenvolver modelo preditivo de reinternação em 30 dias após a alta hospitalar de pacientes cirúrgicos utilizando aprendizado de máquinas. 2. Desenvolver modelo preditivo de reintervenção cirúrgica em 30 dias após a cirurgia índice utilizando aprendizado de máquinas. 3. Desenvolver um modelo preditivo de internação não programada em UTI a partir de 24h do pós operatório. 4. Comparar a acurácia dos modelos disponíveis para aprendizado de máquinas com aquela fornecida pelo modelo de risco SAMPE e pelo escore da ASA. 5. Desenvolver aplicativo para cálculo dos riscos baseados nos fatores clínicos e laboratoriais pré operatórios. 6. Propor uma tecnologia de avaliação contínua baseada no sistema de gestão hospitalar do Hospital de Clínicas para disponibilizar os riscos às equipes assistenciais de forma automática.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), DANIEL TROST, Paulo Corrêa da Silva Neto, Áttila Leaes Rodrigues.
2020 a AtualEstudo PeriOperative ISchemic Evaluation-3 (POISE-3 - Avaliação isquêmica no perioperatório 3)
O sangramento perioperatório no contexto de cirurgia não cardíaca está fortemente associado a complicações cardiovasculares e mortalidade em 30 dias. Evidências de estudos sugerem que o TXA endovenoso reduz sangramentos e transfusões perioperatórios em cirurgia ortopédica; no entanto, os dados são baseados em pequenos estudos, e poucos pacientes submetidos a cirurgia não ortopédica foram incluídos nos estudos de TXA perioperatório. Além disso, não foi estabelecida a segurança do TXA no contexto da cirurgia não cardíaca (ou seja, o efeito nos eventos trombóticos arteriais e venosos). É necessário um estudo amplo e com poder estatístico adequado para estabelecer evidências definitivas e orientar a prática subsequente. Em especial, para sustentar um uso mais extensivo na cirurgia não cardíaca, é necessária uma prova confiável da não inferioridade do TXA em comparação ao placebo em termos de segurança, além da confirmação de sua eficácia em diferentes tipos de cirurgias não cardíacas. Embora os cuidados usuais sejam consistentes com uma estratégia de prevenção de hipertensão no contexto da cirurgia não cardíaca, há evidências convincentes de que a hipotensão perioperatória é frequente e está associada a eventos cardiovasculares e mortalidade. Não há evidências definitivas de ECRs para justificar a adesão a metas específicas de PA perioperatória, nem a adoção de estratégias de manejo perioperatório de medicamentos anti-hipertensivos. Além disso, não há evidências claras de que a hemodinâmica em uma das fases perioperatórias (ou seja, pré-, intra ou pós-operatória) tenha mais impacto nos desfechos do que nas outras fases. Há a necessidade de se comparar uma estratégia de prevenção de hipotensão a uma estratégia de prevenção de hipertensão em pacientes submetidos a cirurgia não cardíaca para determinar o impacto em complicações cardiovasculares maiores e morte. O estudo POISE-3 é um ECR internacional com 10.000 pacientes apresentando ou em risco de apresentar doença cardiovascular randomizados para TXA ou placebo administrados no intraoperatório. Todos os pacientes, profissionais de saúde, profissionais responsáveis pela coleta de dados, adjudicadores de desfechos e investigadores (por exemplo, membros do Comitê Diretor) estarão cegados para a alocação de TXA ou placebo. O estudo POISE-3 utilizará um delineamento fatorial parcial 2x2 para randomizar os pacientes em uso de 1 terapia anti-hipertensiva para a estratégia de prevenção de hipotensão no período perioperatório (pré, intra e pós-operatório) versus prevenção de hipertensão. Os adjudicadores de desfechos estarão cegados quanto à alocação de tratamento para o fatorial parcial. Objetivos: Determinar se o TXA é superior ao placebo (quanto à ocorrência de sangramento maior, com risco à vida e de órgãos críticos) e não inferior ao placebo (quanto à ocorrência de eventos trombóticos arteriais e venosos maiores); e determinar o impacto de uma estratégia de prevenção de hipotensão versus uma estratégia de prevenção de hipertensão quanto ao risco de morte vascular e eventos vasculares graves em pacientes acompanhados por 30 dias após cirurgia não cardíaca. Objetivos secundários Determinar o impacto do TXA nos seguintes desfechos 30 dias após a randomização: um desfecho líquido de risco-benefício como um composto de morte cardiovascular, sangramento não fatal com risco à vida, sangramento maior não fatal, sangramento de órgãos críticos, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, trombose arterial periférica e tromboembolismo venoso sintomático; sangramento maior pela International Society on Thrombosis and Haemostasis (ISTH); sangramento com impacto na mortalidade após cirurgia não cardíaca (SIMC); lesão miocárdica após cirurgia não cardíaca (LMNC); e infarto do miocárdio.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), GILBERTO BRAULIO, Sávio Cavalcante Passos, Cleiton Pando, STAHLSCHMIDT, ADRIENE, Vanessa Giaretta, Isabela Spido Sirtoli, Tainá Ramires da Costa, Josy da silva Rodrigues, RICARDO BRANDÃO KLIEMANN.
2020 a AtualAnálise de custo da implementação da linha assistencial de cuidados estendidos ao paciente cirúrgico de alto risco (CEPAR) no hospital de clínicas de Porto Alegre
Utilizando o método de custo baseado em atividades orientado pelo tempo (TDABC) será aferido o custo por método de microcusteio avaliando todos os recursos consumidos em nível individual pelo paciente. Os recursos são identificados a partir das atividades mapeadas e são classificados em recursos de profissionais e de estrutura, utilizando cálculos específicos. Objetivo geral. Comparar o custo entre os pacientes cirúrgicos classificados como alto risco pelo Escore de Risco SAMPE incluídos no modelo de assistência CEPAR no HCPA em 2019 com os que seguiram o modelo de cuidado padrão no ano de 2019. // Objetivos específicos. Avaliar o valor da implementação da linha assistencial aos pacientes classificados como alto risco pelo Escore de Risco SAMPE. Avaliar o custo associado às complicações nos pacientes cirúrgicos de alto risco.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Cleiton Pando, GUILHERME ROLOFF CARDOSO, ANA PAULA BECK DA SILVA ETGES, GUSTAVO DE BACCO MARANGON.
2020 a AtualDESENVOLVIMENTO DE UM MODELO DE RISCO PARA COMPLICACOES RESPIRATORIAS PERIOPERATORIAS EM CRIANCAS SUBMETIDAS A CIRURGIAS NAO-CARDIACAS
A maioria das complicações anestésicas em crianças envolve o sistema respiratório (dessaturação, broncoespasmo, laringoespasmo, estridor e aspiração brônquica) e aproximadamente 15% dos pacientes pediátricos submetidos a cirurgias experimentarão alguma complicação respiratória perioperatória (CRPO). Os principais fatores de risco para CRPOs incluem idade < 1 ano, ASA-PS 3-5, procedimentos de urgência e emergência, presença de doenças pulmonares, cirurgias que invadem as vias aéreas, necessidade de IOT, presença de IVAS atual ou recente, tabagismo passivo e prematuridade. Trata-se de um estudo de coorte prospectivo onde crianças < 16 anos submetidas a cirurgias não-cardíacas nos Hospitais de Clínicas de Porto Alegre e da Criança Conceição são acompanhadas desde a avaliação pré-anestésica até 2 horas após a cirurgia na SRPA ou CTI. Os desfechos primários são CRPO (dessaturação, estridor, broncoespasmo, laringoespasmo e aspiração brônquica). Os critérios de exclusão são pacientes com 16 anos ou mais, pacientes submetidos a anestesia local, cirurgia para transplantes de órgãos ou procedimentos obstétricos. A falta de um instrumento simples, acessível e acurado traz a necessidade do desenvolvimento de um modelo de risco de CRPO em crianças submetidas a cirurgias não-cardíacas a fim de que se auxilie na tomada de decisão do anestesiologista, bem como na comunicação com os pais e no compartilhamento de decisões entre as equipes assistentes, levando em conta o risco de complicações respiratórias.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Isabela Spido Sirtoli, Tainá Ramires da Costa.
2019 a AtualImplementação de linha assistencial de Cuidados Estendidos ao Paciente Cirúrgico de Alto Risco (CEPAR): impacto em desfechos clínicos e no custo do cuidado
Avaliar o impacto da incorporação da linha assistencial CEPAR na mortalidade e incidência de complicações pós-operatórias.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Andressa de Souza, Stela Maris de Jesuz Castro, Sávio Cavalcante Passos, Adriene Stahlschmidt, Cláudia de Souza Gutierrez.
2019 a AtualDERIVAÇÃO E VALIDAÇÃO NACIONAL DA ACURÁCIA DO MODELO SAMPE DE RISCO PRE-OPERATÓRIO PARA MORTALIDADE NO PÓS-OPERATÓRIO: UMA ABORDAGEM PARA A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO
O projeto visa construir e validar um modelo de probabilidade de morte pós-operatória em até 30 dias, baseado no Modelo SAMPE de Risco Pré-Operatório, tendo hospitais brasileiros como objeto de estudo.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Stela Maris de Jesuz Castro, Sávio Cavalcante Passos, Adriene Stahlschmidt, Cláudia de Souza Gutierrez, Lukas Seiki Mestre, Mariana Lunard Spader, João Blanco, Rodrigo Brandão.
2018 a AtualEstudo de eficácia e efetividade da estimulação transcraniana de corrente contínua (ETCC) de longo prazo em nível domiciliar na fibromialgia: um ensaio clínico randomizado, explanatório

Integrantes: Wolnei Caumo (coordenador), Luciana Paula Cadore Stefani, Paulo Roberto Stefani Sanches, Andressa de Souza, PATRÍCIA BRIETZKE, ALINE, MAXCIEL ZORTEA, CAMILA FERNANDA DA SILVEIRA ALVES, ANGELO ZANIN DANGELO GIAMPAOLI, DANTON PEREIRA DA SILVA JUNIOR, JOICE DICKEL SEGABINAZI, LETICIA RAMALHO, LUCIANA DA CONCEIÇÃO ANTUNES, MATHEUS DORIGATTI SOLDATELLI, PAUL SERRANO VICUÑA.
2017 a AtualAvaliação do estresse pré-operatório por meio da escala B-MEPS como preditor de dor pós-operatória: estudo de coorte prospectivo

Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Andressa de Souza, Stela Maris de Jesuz Castro, Carolina Lourenzon Schiavo, Wolnei Caumo, MACHADO, JESSICA CATARINA, ANELISE SCHIFINO WOLMEISTER, ROGERIO BOFF BORGES.
2017 a AtualAvaliação da relação entre o estresse pré-operatório, sistema modulatório descendente da dor e marcadores biológicos

Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Andressa de Souza, Carolina Lourenzon Schiavo, Wolnei Caumo, ANELISE SCHIFINO WOLMEISTER.
2016 a AtualEFEITOS DO FATOR DE CRESCIMENTO NEURONAL - NGF NA FISIOPATOLOGIA DA FIBROMIALGIA
A dor é um dos sintomas mais importantes da medicina devido a sua alta prevalência e possibilidade de associar se a desfechos graves. A compreeensão de sua fisiopatologia torna-se cada vez mais importante com o desenvolvimento de diversas linhas de estudo nas últimas décadas, tanto nas áreas de experimentação animal, quanto clínica. A mensuração da dor é um evento bastante complexo, visto que múltiplos fatores biológicos envolvem os processos de transdução, transmissão, modulação e a percepção dos estimulos de dor pelo individuo. A percepção da dor está totalmente relacionada ao grau de sensibilização do nociceptor periférico. Esse importante fenômeno de sensibilização periférica é um dos pontos que conferem plasticidade e dinâmica da dor e é composto por inúmeros processos químicos. A variabilidade individual relativa à experiência dolorosa é mediada por complexas interações entre a genética e fatores biopsicossociais, como sexo, raça, personalidade, idade, estado de humor, estresse e fatores biológicos transitórios (1 -2) A dor crônica é a que apresenta duração maior que 3 meses, não apresenta função biológica, sendo considerada uma doença. A dor crônica afeta a atitude, o estilo de vida e o comportamento do indivíduo, muitas vezes, tem a etiologia incerta, persiste apesar do tratamento e provoca sofrimento, incapacidade e frequentemente afastamento do trabalho. (3). A Fibromialgia é uma síndrome dolorosa crônica caracterizada por dor difusa nos músculos e tecidos moles, de difícil controle (3). Associado ao quadro doloroso, os pacientes costumam queixar-se de fadiga, distúrbios do sono, rigidez matinal, parestesias de extremidades, sensação subjetiva de edema e distúrbios cognitivos. Diversos modelos de dor são descritos para justificar a fisiopatologia da síndrome fibromialgica e o mais aceito descreve as alterações no mecanismo da dor como uma disfunção de neurotransmissores. Uma deficiência funcional de neurotransmissores inibitórios espinhais (opióides endógenos) e supraespinhais (serotonina, noradrenalina e encefalinas), bem como um aumento de neurotransmissores excitatórios (substancia P e bradicininas) estão associados á doença. (4) Estudos de medicina biomolecular apontam uma serie de fatores responsáveis pela dinâmica do limiar de sensibilização do nociceptor, dentre esses é encontrado o NGF (Nerve Growth Factor). Esse importante neuromodulador passou a ser alvo de pesquisas para uma nova linha de fármacos direcionados ao tratamento da dor crônica. (5) Pesquisas apontam um importante papel do NGF no crescimento, trofismo e regulação da função nociceptora, desde a vida embrionária.(5) Segundo Giovenco e Russell pacientes fibromiálgicas possuem concentraçoes de NGF aumentadas no líquido cerebroespinhal em cerca de 4 vezes em relação a voluntárias saudáveis (6). Visando responder alguns questionamentos relacionados a fisiopatologia da fibromialgia, como a da função do NGF na modulação da dor crônica e sua hereditariedade em relação as filhas de fibromialgicas, foi elaborado o presente estudo com o objetivo de coorrelacionar limiares de dor com níveis sericos de NGF em pacientes fibromialgicas, filhas de fibromialgicas e mulheres saudáveis.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Fabrício Moura Leite.
2015 a AtualAvaliação do impacto da incorporação de um modelo de estratificação de risco pré-operatório em forma de aplicativo no fluxo pós-operatório, e na incidência de complicações no pós-operatório imediato.
A estratificação do risco de mortalidade e complicações no período peri-operatório ainda é um desafio aos profissionais de diferentes áreas ligadas à assistência do paciente. Embora existam diferentes modelos de estratificação de risco descritos na literatura, não há um instrumento validado, de fácil aplicabilidade, que possa servir universalmente para a predição de risco peri-operatório. Diante deste panorama, desenvolvemos um modelo de avaliação de risco pré-operatório Modelo SAMPE que incorpora 4 variáveis facilmente identificadas na avaliação peri-operatória: idade, classificação ASA, porte cirúrgico (maior, intermediário e menor) e caráter da cirurgia (eletiva ou urgência). O modelo foi desenvolvido e validado através da análise de um banco de dados de 13581 pacientes cirúrgicos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), Cláudia de Souza Gutierrez.
2014 a AtualAVALIAÇÃO DO EFEITO POTENCIALIZADOR DA ESTIMULAÇÃO TRANSCRANIANA DE CORRENTE CONTÍNUA (ETCC) SOBRE A ANALGESIA OPIÓIDE EM LIMIARES DE DOR EM HUMANOS.

Integrantes: Wolnei Caumo (coordenador), Luciana Paula Cadore Stefani, ANDRÉ SCHWERTNER, GILBERTO BRAULIO, BRUNO VARGAS SILVA, JOANNA RIPOLL ROZISKY, LETÍCIA DAL MORO ANGOLERI, VANI DOS SANTOS LARANJEIRA.
2014 a AtualEFEITO DA ESTIMULAÇÃO TRANSCRANIANA POR CORRENTE CONTINUA (ETCC) NA DOR CRÔNICA ASSOCIADA À ENDOMETRIOSE

Integrantes: Wolnei Caumo (coordenador), Luciana Paula Cadore Stefani, ANDRÉ SCHWERTNER, Andressa de Souza, HUGO DANIEL WELTER RIBEIRO, Jairo Alberto Dussán Sarria, LUCIANA DA CONCEIÇÃO ANTUNES, JOSÉ ARY BERNIGER ROMARIZ, LUCIANA ANDREIA SCHUSTER.
2014 a AtualIMPACTO DO SERVIÇO DE DOR AGUDA NO TEMPO DE HOSPITALIZAÇÃO E CUSTOS HOSPITALARES
Introdução: É unânime entre os profissionais multidisciplinares da área da saúde que a recuperação de um paciente está ligada diretamente a intensidade de dor e ao conjunto de estratégias para otimizar a convalescença. Os estudos ao redor do mundo nos remetem para a iminente necessidade dos hospitais manterem um serviço de dor aguda no pós-operatório, pois é sabido que desta forma, através do melhor tratamento da dor aumenta a probabilidade de estabelecer estratégias que melhorem a recuperação do paciente, atrelado a reduções na média do tempo de permanência (alta hospitalar), técnicas analgésicas mais eficazes e potencial redução de custos.
Integrantes: CAUMO, W. (coordenador), Luciana Paula Cadore Stefani, Anderson Capp.
2014 a AtualCOMPARAÇÃO ENTRE MODELO DE PROBABILIDADE DE MORTALIDADE CIRÚRGICA (THE SURGICAL MORTALITY PROBABILITY MODEL S-MPM), ÍNDICE DE CHARLSON E ESCORE DE LEE COMO PREDITORES DE COMPLICAÇÕES E MORTALIDADE I

Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), GILMARA RODRIGUES DE SOUZA, Stela Maris de Jesuz Castro, Luana Seminotti Giaretta.
2014 a AtualCOMPARAÇÃO ENTRE MODELO DE PROBABILIDADE DE MORTALIDADE CIRÚRGICA (THE SURGICAL MORTALITY PROBABILITY MODEL S-MPM), ÍNDICE DE CHARLSON E ESCORE DE LEE COMO PREDITORES DE COMPLICAÇÕES E MORTALIDADE I

Integrantes: Luciana Paula Cadore Stefani (coordenador), GILMARA RODRIGUES DE SOUZA, Stela Maris de Jesuz Castro, Luana Seminotti Giaretta.
2010 a AtualRELAÇÃO ENTRE A FUNÇÃO AUTONÔMICA E LIMIAR NOCICEPTIVO A ESTÍMULOS CUT NEOS PÓS-PRIVAÇÃO DE SONO
Objetivo: Comparar o limiar nociceptivo a estímulo termo-algésico cutâneo pré e pós-privação de sono em sujeitos saudáveis
Integrantes: Wolnei Caumo (coordenador), Luciana Paula Cadore Stefani, Pedro Schestatsky, Iraci da SIlva Lucena Torres, Izabel Cristina Custodio de Souza, DALL-AGNOL, LETIZZIA, LUCAS FAE GHELLER.
2007 a AtualAvaliação da Resposta Analgésica a Melatonina a Estímulos de Intensidade Variada em Modelo de Dor Experimental Nociceptiva e Inflamtória em Humanos. GPPG n 07-483.
O presente projeto está sendo desenvolvido juntamente ao grupo de cronofarmacologia da UFRGS e visa avaliar a curva dose-resposta da melatonina a estímulos álgicos em voluntários, além de buscar possíveis mecanismos que expliquem essa reposta.
Integrantes: Wolnei Caumo (coordenador), Luciana Paula Cadore Stefani, Maria Paz Hidalgo.

Projetos de desenvolvimento em andamento

Veja todos os projetos no Currículo Lattes

Últimas publicações

Artigos em periódicos

Few and feasible preoperative variables can identify high-risk surgical patients: derivation and validation of the Ex-Care risk model
2020. BRITISH JOURNAL OF ANAESTHESIA.
The Brief Measure of Emotional Preoperative Stress (B-MEPS) as a new predictive tool for postoperative pain: A prospective observational cohort study
2020. PLoS One.
BDNF and serum S100B levels according the spectrum of structural pathology in chronic pain patients
2019. NEUROSCIENCE LETTERS.
Functional capacity and preoperative risk evaluation
2019. LANCET.
Anesthesia preoperative evaluation clinic (APEC) restructuring plan for improving the quality of surgical patient flow
2018. CLINICAL AND BIOMEDICAL RESEARCH.
Preditores de mortalidade intra-hospitalar em pacientes submetidos a cirurgias não eletivas em um hospital universitário: uma coorte prospectiva
2018. Revista Brasileira de Anestesiologia.
Perioperative mortality related to anesthesia within 48-h and up to 30-days following surgery: A retrospective cohort study of 11,562 anesthetic procedures
2018. JOURNAL OF CLINICAL ANESTHESIA.
Effects of Transcranial Direct Current Stimulation Block Remifentanil-Induced Hyperalgesia: A Randomized, Double-Blind Clinical Trial
2018. Frontiers in Pharmacology.
Preoperative transcranial direct current stimulation: Exploration of a novel strategy to enhance neuroplasticity before surgery to control postoperative pain. A randomized sham-controlled study
2017. PLoS One.
Higher Cortical Facilitation and Serum BDNF Are Associated with Increased Sensitivity to Heat Pain and Reduced Endogenous Pain Inhibition in Healthy Males
2017. PAIN MEDICINE.
Derivation and validation of a preoperative risk model for postoperative mortality (SAMPE model): An approach to care stratification
2017. PLoS One.
Reply: allostatic load as an approach to support the theoretical assumptions of the Brief Measure of Emotional Preoperative Stress (B-MEPS)
2017. BRITISH JOURNAL OF ANAESTHESIA.
Development, psychometric evaluation and validation of a brief measure of emotional preoperative stress (B-MEPS) to predict moderate to intense postoperative acute pain
2016. BRITISH JOURNAL OF ANAESTHESIA.

Trabalhos completos em congressos


Resumos expandidos em congressos


Resumos em congressos

Impacto da Pandemia por covid nos desfechos perioperatórios de pacientes submetidos a cirurgia em hospital terciário comparado com controles históricos da mesma instituição
2020. JARGS.
Ultrassonografia de neuroeixo no manejo anestésico de paciente com Síndrome do Pterígeo Múltiplo: relato de caso
2020. JARGS.
BLOQUEIO DE NERVO PERIFÉRICO EM PACIENTES ORTOPÉDICOS E RETENÇÃO URINÁRIA PÓS-OPERATÓRIA
2020. JARGS.
Mortalidade perioperatória relacionada à Anestesia em até 30 dias em uma coorte de 9870 cirurgias
2020. JARGS.
Análise do custo de pacientes de alto risco cirúrgico que complicam no pós-operatório
2020. JARGS.
Perfil das cirurgias realizadas no bloco cirúrgico de hospital terciário em Porto Alegre durante a pandemia por COVID-19
2020. JARGS.
Efeitos da ETCC no consumo anestésico e na hiperalgesia pós-operatória em pacientes submetidos a colecistectomia videolaparoscópica: ensaio clínico randomizado
2020. JARGS.
Inovações frente ao ensino tradicional: treinamento em acessos venosos centrais através de simulação
2020. JARGS.
Treinamento simulado para estudantes de medicina e médicos em manejo de via aérea em pacientes COVID-19
2020. JARGS.
Isquemia Medular Perioperatória - Relato de Caso
2020. JARGS.
Prevalência da anemia e sua associação com mortalidade em pacientes adultos cirúrgicos de alto risco submetidos a cirurgia não-cardíaca no HCPA: uma coorte prospectiva
2020. JARGS.
Perfil epidemiológico de pacientes submetidos a cirurgias em um hospital terciário de Porto Alegre durante a pandemia por COVID-19 comparado com controle histórico da mesma instituição
2020. JARGS.
Mortalidade estratificada por Índice de Desenvolvimento Humano de pacientes submetidos a procedimentos: uma análise exploratória
2020. JARGS.
O que é Machine Learning e qual a importância para o anestesista?
2020. JARGS.
The Brief Measure of Emotional Preoperative stress (B-MEPS) as a new predictive tool for Postoperative Pain: A Prospective Observational Cohort Study
2019. EUROANESTHESIA.
Comparison between the new model SAMPE II, the Revised Cardiac Risk Index and Charlson Comorbidity Index, in the prediction of in-hospital postoperative mortality within 30 days
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l. Uso de gabapentinóides no perioperatório para prevenção de dor persistente pós-cirúrgica: metanálise de ensaios clínicos randomizados.
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Proteção ocular em transoperatório de cirurgias não oftalmológicas
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2018. 38º Semana Científica do HCPA.
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2018. 38º Semana Científica do HCPA.
Manejo da dor aguda pós-operatória em artroplastia total de joelho: bloqueio contínuo de nervo femora
2018. 38º Semana Científica do HCPA.
Desenvolvimento de uma metodologia de gerenciamento de riscos proativa em um mesossistema de um hospital público universitário
2018. 38º Semana científica do HCPA.
Compartilhando saberes : a importância de disseminar conhecimentos para a melhoria e inovação na qualidade dos processos
2018. 38º Semana Científica do HCPA.
Avaliação do impacto da incorporação de um modelo de estratificação de risco pré-operatório no fluxo de cuidado dos pacientes na srpa, e na incidência de complicações no pós-operatório imediato
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Integração dos serviços de Farmácia e Anestesiologia na reorganização do fluxo de Bupivacaína de uso peridural
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Impacto de um serviço de dor aguda pós-operatória no tempo de hospitalização em hospital universitário no sul do brasil
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Redução do estorno de concentrados de hemácias do bloco cirúrgico após a mudança na rotina de reservas transfusionais
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Estudo de custo x benefício de desenvolvimento e inovação em tempos de crise
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Redução no Estorno de Concentrados de Hemácias do Bloco Cirúrgico Após Reavaliação da Rotina das Reservas Transfusionais Automáticas.
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Validação para português brasileiro de escalas de catastrofismo em crianças com dor crônica
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Gestão da via aérea difícil no serviço de anestesia e medicina perioperatória - sampe: estratégias para melhorar a segurança dos pacientes submetidos à anestesia
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Elevação de troponina pós-operatória em uma população de alto risco - Análise de fatores de risco peri-operatórios derivados do Estudo LOAD
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Manejo da hipotermia no perioperatório: implementação de estratégia de melhoria de qualidade assistencial
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Gestão da dor aguda pós-operatória em cirurgias ortopédicas: estratégias para otimizar analgesia e reabilitação
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Elevação de troponina pós-operatória em uma população de alto risco - análise de fatores de risco peri-operatórios derivados do estudo LOAD
2017. 37ª Semana Científica do HCPA.
Sinergismo da Neuromodulação Central e Periférico para Controle da Dor na Osteoartrite de Joelho: Ensaio Clínico Randomizado Double - Dummy.
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Avaliação da Transferência de Cuidados de Pacientes Críticos
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Avaliação do Impacto da Incorporação de um Modelo de Estratificação de Risco Pré - Operatório no Fluxo de Cuidado dos Pacientes na SRPA e na Incidência de Complicações no Pós - Operatório Imediato.
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Gerenciamento do Fluxo de Pacientes na Sala de Recuperação Pós - Anestésica (SRPA)
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Gestão da Via Aérea Difícil em um Serviço de Anestesiologia de Hospital Universitário: Estratégias para Melhorar a Segurança dos Pacientes Submetidos à Anestesia.
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Programa de Reestruturação do Ambulatório de Avaliação Pré - Anestésica (APA) na Melhoria da Qualidade do Atendimento.
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Impacto de um Serviço de Dor Aguda Pós operatória no Tempo de Hospitalização em Hospital Universitário no Sul do Brasil
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Validação e Adaptação do Inventário de Sensibilização Central para a População Brasileira: Propriedade Psicométricas e sua Relação com o Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro.
2017. 64° CBA - Congresso Brasileiro de Anestesiologia.
Manejo da hipotermia no perioperatório : implementação de estratégia de melhoria de qualidade assistencia
2017. 37º Semana científica do HCPA.
Perioperative anesthesia related mortality: a retrospective cohort study with 11.562 anesthetics procedures
2017. EUROANESTHESIA.
Improvement of epidural catheter congruency to incisional dermatome using Plan-Do-Check-Act strategy at a university hospital
2017. EUROANESTHESIA.
Estimulação transcraniana por corrente contínua modula a hiperalgesia induzida pelo remifentanil em sujeitos saudáveis: estudo experimental randomizado.
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
Adaptação e validação para o português do Brasil das escalas de avaliação da incapacidade funcional e de catastrofismo em crianças com dor crônica
2016. 36ª Semana Científica do HCPA.
Estratégia de otimização do ambulatório de avaliação pré-anestésica (APA) do Hospital de Clínicas de Poto Alegre: resultados de 1 ano após a implementação
2016. 36ª Semana Científica do HCPA.
Congruência do cateter peridural em relação ao sítio cirúrgico: plano de melhoria de qualidade usando a estratégia PDCA na equipe de cuidados pós-anestésicos do serviço de anestesia e medicina perioperatória Hospital de Clínicas de Porto Alegre
2016. 36ª Semana Científica do HCPA.
Congruência do cateter peridural em relação ao sítio cirúrgico: resultados do plano de melhoria de qualidade na equipe de cuidados pós-anestésicos do serviço de anestesia e medicina perioperatória de um hospital universitário de Porto Alegre
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
Safe anesthesia for imaging studies and diagnostic procedures in mucopolysaccharidosis: is it feasible?
2016. 36ª Semana Científica do HCPA.
Níveis séricos de BDNF e S100B em pacientes com dor crônica e síndrome de sensibilização central com lesão estrutural presente e ausente
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
Epidemiologia, fatores de risco e desfechos de pacientes submetidos a cirurgias não eletivas
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
Projeto de realocação de recursos humanos para aumentar a realização de analgesia de parto em hospital universitário
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
Avaliação funcional cortical por espectroscopia infravermelha funcional (FNIRS) e estimulação magnética transcraniana (TMS) em pacientes com fibromialgia. Estudo de caso e controles.
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
Avaliação pré-anestésica ambulatorial: resultados de um plano de otimização de atendimento
2016. 63º Congresso Brasileiro de Anestesiologia - CBA.
VALIDAÇÃO DE UM EQUIPAMENTO PARA REALIZAÇÃO DO TESTE QUANTITATIVO SENSORIAL PRODUZIDO NO BRASIL
2010. 30ª Semana Científica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.
Dexmedetomidine for Sedation During Major Odontologic Procedures
2007. ASA Annual Metting.
COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DE SEDAÇÃO COM MIDAZOLAM, PROPOFOL E DEXMEDETOMIDINA EM COLANGIOPANCREATOGRAFIA ENDOSCÓPICA RETRÓGRADA- DADOS PARCIAIS.
2006. VII Semana Brasileira do Aparelho Digestivo, 2006.

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Orientações em andamento

Mestrado

Paulo Correa da Silva Neto. DESENVOLVIMENTO E VALIDAÇÃO DE UM MODELO PREDITIVO, UTILIZANDO TÉCNICAS DE APRENDIZADO DE MÁQUINA, PARA MORTE HOSPITALAR PÓS OPERATÓRIA, REINTERVENÇÃO CIRÚRGICA, ADMISSÃO NÃO PLANEJADA EM UTI E REINTERNAÇÃO APÓS A ALTA EM COORTE DE PACIENTES ADULTOS SUBMETIDOS A CIRURGIA NÃO CARDÍACA NO HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE. Início: 2020. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)
Sávio Cavalcante Passos. DERIVAÇÃO E VALIDAÇÃO NACIONAL DA ACURÁCIA DO MODELO SAMPE DE RISCO PRE-OPERATÓRIO PARA MORTALIDADE NO PÓS-OPERATÓRIO: UMA ABORDAGEM PARA A ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO. Início: 2019. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)

Doutorado

ADRIENE STAHLSCHMIDT. Implementação de linha assistencial de Cuidados Estendidos ao Paciente Cirúrgico de Alto Risco (CEPAR): impacto em desfechos clínicos e no custo do cuidado. Início: 2019. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)
Patricia Wajnberg Gamermann. Efeitos da ETCC no consumo anestésico e na hiperalgesia pós operatória em pacientes submetidos a Colecistectomia Videolaparoscópica: ensaio clínico randomizado. Início: 2018. Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Orientador principal)

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