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Eduardo Garcia Vilela


Eduardo Garcia Vilela

Universidade Federal de Minas Gerais
Clínica médica

Pesquisador colaborador





Informações resumidas do Currículo Lattes


Currículo Lattes atualizado em 25/01/2021

Nome em citações bibliográficas: VILELA, E. G.;Vilela, E.G.;VILELA, EDUARDO GARCIA;VILELA, EDUARDO G.;VILELA, EDUARDO;VilelaEG;Vilela EG;Vilela, EG;Vilela E E;Garcia vilela E;Vilela Eduardo E;VILELA, EDUARDO E.


Formação acadêmica

Doutorado em Medicina (Gastroenterologia) na Universidade Federal de Minas Gerais em 2005
Mestrado em Medicina (Gastroenterologia) na Universidade Federal de Minas Gerais em 2001
Graduado em Medicina na Universidade Federal de Minas Gerais em 1993


Projetos de pesquisa em andamento

2017 a AtualEstudo da correlação entre elastografia hepática e esplênica e a medida do gradiente de pressão venoso hepático em pacientes com cirrose hepática secundária à esteatohepatite não alcoólica
Em pacientes cirróticos é fundamental que se conheça o risco de desenvolvimento, a curto prazo, de complicações associadas à hipertensão porta. Esta informação permite otimização da estratégia terapêutica e, consequentemente, redução da morbimortalidade destes indivíduos. O método de eleição para a determinação da pressão portal é o gradiente de pressão venoso hepático (GPVH). Trata-se, entretanto, de método invasivo e restrito a poucos centros. Assim, é desejável que haja métodos não invasivos, de fácil execução e maior disponibilidade como alternativa ao GPVH. A elastografia de onda transitória é método não invasivo, prático, indolor e inócuo ao paciente que, de acordo com dados da Literatura, apresenta boa correlação com a presença de hipertensão porta clinicamente significativa em pacientes com vírus B e C, determinada pelo GPVH. Serão estudados pacientes com cirrose hepática secundária a esteatohepatite não alcoólica, hepatopatia de maior incidência no mundo ocidental e que acompanha a epidemia de obesidade e síndrome metabólica que se tem verificado nos dias atuais - inclusive no Brasil, segundo dados do IBGE do ano de 2013. Desta forma, os resultados encontrados neste estudo poderão repercutir na população de hepatopatas crônicos que mais aumenta nos tempos atuais, quais sejam, os portadores de esteatohepatite não alcoólica.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Humberto Oliva Galizzi.
2016 a AtualAbordagem da hemorragia digestiva secundária à ruptura de varizes esofagogástricas em pacientes cirróticos
A hipertensão porta está associada às complicações mais graves da cirrose, incluindo ascite, encefalopatia hepática e sangramento resultante da ruptura das varizes esofagogástricas. A despeito do avanço terapêutico adquirido nas últimas décadas, a mortalidade associada ao sangramento secundário à ruptura das varizes em 6 semanas é cerca de 20% e a morbidade é ainda mais elevada, atingindo 40 a 60% dos pacientes. O fundamento do tratamento da hemorragia digestiva alta em pacientes cirróticos consiste na terapêutica combinada, isto é, na associação entre a utilização de drogas vasoativas e à abordagem endoscópica e está disponível no Hospital das Clínicas da UFMG. É importante ainda a ressuscitação volêmica adequada e a antibioticoprofilaxia. Contudo, algumas vezes, o manejo destes pacientes não é otimizado e elevados índices de infecção, maior necessidade do uso de hemoderivados, períodos de internação mais prolongados e, subsequentemente, maior custo são consequentes a este processo. Existe também uma necessidade crescente de marcadores que possam predizer a ocorrência de complicações e a mortalidade após sangramento resultante da ruptura das varizes esofagogástricas, assim como direcionar a instituição precoce de medidas terapêuticas que possam melhorar o prognóstico destes pacientes. Além da otimização da terapêutica, este estudo tem também o objetivo de investigar quais citocinas/quimiocinas, níveis séricos de HMGB1 e histonas possam funcionar como biomarcadores da evolução clínica, morbidade e mortalidade pós-sangramento, assim como determinar o grau de lesão da barreira intestinal por meio do teste de permeabilidade intestinal.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Marcelo Dias Sanches, Cláudia Maria de Castro Mendes, Cristiano Lima Xavier, Marcus Vinicius Melo Andrade, Camila ribeiro Lima Machado.
2016 a AtualAspectos clínicos, endoscópicos, histológicos e evolutivos relacionados à associação entre doenças inflamatórias intestiais e hepatopatias autoimunes
As doenças inflamatórias intestinais (DII) são afecções inflamatórias crônicas de caráter recorrente cuja etiologia permanece desconhecida e que acometem o intestino grosso (retocolite ulcerativa - RCU) ou o intestino grosso e/ou delgado, e eventualmente outros segmentos do tubo digestivo, como boca, esôfago, estômago e o ânus (doença de Crohn - DC). Por vezes, podem estar associadas às manifestações extra-intestinais, dentre elas, as doenças hepatobiliares e, mais especificamente as doenças hepáticas autoimunes. A associação entre DII e hepatopatias tem sido descrita há vários anos. Ainda que rara, a associação mais frequentemente relatada faz-se com colangite exclerosante primária (CEP). Outras doenças hepáticas autoimunes também podem estar associadas a DII, contudo são pouco estudadas e apenas poucos relatos de caso têm sido descritos na literatura. Entre estas, pode-se citar a colangite biliar primária (CBP), a hepatite autoimune (HAI), a colangiopatia autoimune, a colangite esclereosante primária de pequenos ductos e as síndromes de sobreposição (ou síndromes variantes) ? quando há associação entre duas doenças hepáticas autoimunes. O projeto tem como objetivo estudar os aspectos clínicos, endoscópicos, histológicos e evolutivos relacionados à associação entre as DII (RCU e DC) e as doenças hepáticas autoimunes (CEP, CBP, HAI, colangite autoimune, CEP de pequenos ductos e síndromes de sobresposição) e seus desfechos nos pacientes acompanhados no Hospital das Clínicas da UFMG, a partir da coleta de dados presentes nos prontuários destes pacientes. Os pacientes serão divididos em dois grupos: o primeiro será composto por pacientes com diagnóstico de DII e CEP e o segundo com o diagnóstico de DII e outras hepatopatias autoimunes.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Guilherme Grossi L Cançado, Henrique Carvalho Rocha.
2015 a AtualInjúria renal aguda em paciente cirrótico
O projeto tem como objetivo estudar o prognóstico da injúria renal aguda em pacientes cirróticos internados no Hospital das Clínicas da UFMG e avaliar os critérios de resposta terapêutica a diferentes expansores plasmáticos: cristalóides, o amido hidroxietílico a 6% e a albumina. A prevalência da injúria renal aguda nos cirróticos hospitalizados é de cerca de 20%. A maioria dos casos é secundária a causas pré-renais, reversíveis como a terapia de reposição volêmica. Contudo, a mortalidade estimada destes pacientes em lista de espera para o transplante hepático é cerca de 67% e 71%, em 1 mês e 1 ano, respectivamente. Além disso, esses pacientes evoluem com outras complicações e apresentam sobrevida reduzida no pós-transplante, quando comparados aqueles sem injúria renal. No nosso meio, os dados referentes à prevalência e ao prognóstico da injúria renal aguda são escassos e o tipo de expansor a ser administrado ainda não está bem definido. No sentido de se avaliar melhor o prognóstico desses pacientes, este estudo tem também o objetivo de investigar quais citocinas/quimiocinas, níveis séricos de HMGB1(High Mobility Group Box 1), histonas, renina e angiotensina possam funcionar como biomarcadores da evolução clínica, morbidade e mortalidade.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Célio Geraldo de Oliveira, Marcus Vinicius Melo Andrade.
2012 a AtualAvaliação de testes diagnósticos e estudo da prevalência de infecção por Clostridium difficile em pacientes com diarreia internados no Hospital das Clínicas da UFMG
O projeto tem como objetivo estudar a prevalência de infecção por Clostridium difficile em pacientes internados no Hospital das Clínicas da UFMG, avaliar a acurácia do ensaio imunoenzimático quando comparado com o teste de soroneutralização celular, ?padrão-ouro? para o diagnóstico desta afecção e avaliar a toxigenicidade das estirpes de Clostridium difficile isoladas. Sabe-se que a infecção por Clostridium difficile é a principal causa de diarreia nosocomial em países industrializados e nas suas formas mais graves de apresentação pode ocasionar a colite pseudomembranosa e até mesmo a colite fulminante. Na grande maioria das vezes, é precedida pelo uso de antimicrobianos e é responsável pelo aumento do tempo de internação hospitalar e, não raro, óbito desses pacientes. Sua prevalência em países desenvolvidos situa-se entre 5-10% e novos surtos têm ocorrido com gravidade crescente devido ao surgimento de cepas mais toxigênicas. No nosso meio, os dados são escassos, mas a taxa de internação é de cerca de 3/1000. Contudo, os métodos que são empregados para sua detecção não são fidedignos e há ainda um completo desconhecimento com relação as cepas predominantes em nosso meio. Nesse estudo, estão sendo incluídos pacientes de ambos os sexos, com idade superior a 18 anos, internados no Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, que apresentem diarreia até 3 meses após uso de antimicrobianos, ou que iniciem diarreia durante internação hospitalar. Amostras de fezes são colhidas e testadas quanto a presença das toxinas A/B de Clostridium difficile por soroneutralização celular e por dois testes comerciais de ensaio imunoenzimático (ELISA). Ainda, a partir das amostras de fezes, estirpes de C. difficile estão sendo isoladas e avaliadas quanto a presença dos genes relativos a produção das toxinas A, B e toxina binária, no intuito de se avaliar a presença de cepas mais virulentas no nosso meio.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Francisco Carlos Faria Lobato, Rodrigo Otávio Silveira Silva, Guilherme Grossi L Cançado, RUPNIK, MAJA.
2010 a AtualAspectos evolutivos, prevalência e fatores associados à Síndrome metabólica em pacientes submetidos a transplante hepático
Esse estudo tem como objetivo avaliar aspectos evolutivos, prevalência e fatores associados à Síndrome metabólica em pacientes submetidos a transplante hepático. Também faz parte deste estudo avaliar o comportamento das adipocinas e citocinas como marcadores de resistência insulínica e seu papel na fisiopatogenia dos distúrbios metabólicos que compõe a síndrome. No sentido de se avaliar de maneira mais adequada a composição corpórea, será realizada ainda bioimpedanciometria.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Agnaldo S. Lima, Maria Isabel toulson Davisson Correia, Lucilene Rezende Anastácio.
2008 a AtualAvaliação das repercussões da hepatopatia crônica na permeabilidade intestinal de pacientes cirróticos
A avaliação do estado funcional dos cirróticos é imprecisa com os modelos atuais, bem como é pouco conhecida a repercussão da pressão portal sobre a integridade intestinal. No estudo, a integridade da mucosa intestinal em pacientes cirróticos em lista de espera para transplante hepático será avaliada através do teste de permeabilidade intestinal.Os dados obtidos serão relacionados com a etiologia da cirrose, grau de insuficiência hepática, presença de ascite, ocorrência de episódios infecciosos e pressão portal aferida diretamente durante a cirurgia do transplante hepático. Pretende-se assim, conhecer os fatores relacionados à evolução da cirrose, que afetam com maior ou menor repercussão a permeabilidade intestinal.
Integrantes: Eduardo Garcia Vilela (coordenador), Aloísio Sales da Cunha, Agnaldo S. Lima, João Paulo Macedo Vilela, Luís Fernando Lopes Oliveira, Maria Isabel toulson Davisson Correia, Juliana Costa Liboredo.
2008 a AtualAvaliação da barreira intestinal de pacientes com doença de Crohn modeara-grave em resposta ao tratamento com terapia biológica
O tratamento medicamentoso da doença de Crohn (DC) possibilita, na maioria dos casos, controle da atividade inflamatória da doença e alívio dos sintomas, mas não proporciona a cura. As diferentes classes de medicamentos usadas no tratamento da DC visam reduzir o processo inflamatório e diminuir o processo inflamatório presente na áreas acometidas pela doença. É objetivo deste projeto avaliar o comportamento da barreira intestinal, por meio do teste de permeabilidade intestinal, em resposta ao tratamento com terapia biológica, utilizando-se anticorpo monoclonal contra fator de necrose tumoral alfa.
Integrantes: Aloísio Sales da Cunha (coordenador), Eduardo Garcia Vilela, Maria de Lourdes de Abreu Ferrari, João Paulo Macedo Vilela, Luís Fernando Lopes Oliveira, Carolina de Paula Guimarães Baia, Gabriela Santana Ataliba.
2007 a AtualEstudo prospectivo da doença do enxerto contra o hospedeiro (DECH) aguda intestinal
O projeto de estudo visa promover o diagnóstico mais preciso e precoce da doença do enxerto versus hospedeiro (DECH) aguda do trato gastrointestinal, que representa uma das maiores complicações do transplante alogênico de células-tronco hematopiéticas. A avaliação da permeabilidade intestinal será realizada no diagnóstico e prognóstico da DECH intestinal, por meio de sua comparação com o diagnóstico clínico e a histopatologia. Serão realizadas coletas de sangue e estudo da permeabilidade intestinal, endoscopia digestiva com biópsias do estômago, duodeno, nos pacientes que apresentam sintomas de DECH intestinal.
Integrantes: Henrique Osvaldo da Gama Torres (coordenador), Eduardo Garcia Vilela, Maria de Lourdes de Abreu Ferrari, Aloísio Sales da Cunha, Henrique N. S. Bittencourt, Letícia Rocha Borges, João Paulo Macedo Vilela, Luís Fernando Lopes Oliveira.

Projetos de desenvolvimento em andamento

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Artigos em periódicos

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Doutorado

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