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Deborah Carvalho Malta


Deborah Carvalho Malta

Universidade Federal de Minas Gerais
Materno Infantil e Saúde Publica

Pesquisador principal





Informações resumidas do Currículo Lattes


Currículo Lattes atualizado em 04/05/2021

Nome em citações bibliográficas: MALTA, D. C.;Malta, Deborah Carvalho;Malta, D.;Malta, Deborah de Carvalho;Deborah Malta;MALTA, DEBORAH C.;Malta, D;MALTA, D.C.;for the GATS Collaboration Group;Malta, Deborah C;MALTA, DEBORAH;Deborah Carvalho Malta;Malta, Debora Carvalho;MALTA, DÉBORA CARVALHO;CARVALHO MALTA, DEBORAH;GBD 2015 Risk Factor Colaborators;Malta, DC;CARVALHO MALTA, D.;GBD 2016 Lifetime Risk of Stroke Collaborators;Débora Carvalho Malta;MALTA, DÉBORA C.;Global Burden of Disease Self-Harm Collaborators;MALTA, DÉBORAH CARVALHO;CARVALHO MALTA, D;MALTA, D C;Local Burden of Disease Vaccine Coverage Collaborators


Formação acadêmica

Doutorado em Saúde Coletiva na Universidade Estadual de Campinas em 2001
Mestrado em Saúde Pública na Universidade Federal de Minas Gerais em 1996
Graduado em Medicina na Universidade Federal de Juiz de Fora em 1985


Projetos de pesquisa em andamento

2020 a AtualPandemia de Coronavirus: Mudanças no estilo de vida dos brasileiros
A pandemia do coronavirus foi declarada pela a Organização Mundial da Saúde em 11 de marco de 2020. Para controlar a transmissão da doença, medidas de saúde pública, incluindo o diagnóstico oportuno, o isolamento dos casos e a quarentena foram implementados nos países. Os efeitos do isolamento social na saúde e nos estilos de vida ainda não são conhecidos. Objetivo: Analisar as mudanças nos estilos de vida, nas atividades de rotina, na situação de trabalho, e nos cuidados à saúde, e avaliar o estado de ânimo dos brasileiros no período de quarentena da pandemia de coronavirus. Métodos: Trata-se de um inquérito de saúde com a utilização de questionário virtual, que utilizará o aplicativo RedCap (Research Eletronic Data Capture), para coleta de dados. O convite aos participantes será feito por procedimento de amostragem em cadeia, até atingir 7000 participantes. Serão utilizados pesos de pós estratificação para ponderação por sexo, idade e escolaridade para analisar as mudanças na saúde durante a pandemia.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Marilisa Berti de Azevedo Barros, Isis Eloá Machado, Elton Junio Sady Prates, ALANNA GOMES DA SILVA, Célia Landman Szwarcwald, Giseli Nogueira Damacena, Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de Sá, Crizian Saar Gomes, Francielle Thalita Almeida Alves, Laís Santos de Magalhães Cardoso, Dalia Elena Romero Montilla.
2020 a AtualAnálise da pandemia por Covid-19 por setor censitário de Belo Horizonte: proposta do uso do Índice de Vulnerabilidade Social para direcionar o enfrentamento de surtos epidêmicos presentes e futuros
I- Contexto: O Brasil é o segundo país mais afetado pela pandemia COVID-19, mesmo com números subestimados pela limitação substancial de testes. Um aumento na mortalidade total durante a pandemia está relacionado a mortes por COVID-19 e mortes por outras causas, como doenças cardiovasculares (DCV). A pandemia deve agravar as desigualdades sociais e de saúde, principalmente em grandes cidades como Belo Horizonte (BH), capital do segundo estado mais populoso, com 2,5 milhões de habitantes em 2019, que utiliza o índice de vulnerabilidade social (IVS) para organizar o sistema de saúde por regiões da cidade. A pandemia de COVID 19 atingiu diferentemente as regiões? Tal pergunta se a junta às necessidades prementes de definições para a atenção à população com maiores riscos pelas DCNT e para organização da vacinação contra o SARV-COV2 na cidade. Objetivos: 1) Analisar a pandemia COVID-19 em BH e seu impacto nas DCV por pequenas áreas, estratificadas de acordo com o índice de vulnerabilidade social (IVS), e 2) Definir parâmetros para apoiar a Secretaria de Saúde no Planejamento e promoção de programas de vacinação e atenção à saúde cardiovascular durante a presente pandemia e eventuais outras futuras. . Métodos: Análise de série temporal das taxas de mortalidade e hospitalização de janeiro a dezembro de 2020. Dados sobre óbitos e hospitalizações em COVID-19, DCV e síndrome respiratória aguda grave (SARS) serão obtidos dos Sistemas de Informação em Saúde do Ministério da Saúde. Estimativas populacionais por setor censitário serão obtidas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A sobremortalidade total e por doenças mal definidas (pneumonia não especificada, não especificada, sepse, causas maternas de morte e doenças cardiovasculares) será obtida pela comparação com as mortes esperadas em 2020 com base nos últimos cinco anos, por setor censitário, sexo, idade , cor da pele e local de ocorrência (hospital / domicílio). Resultados esperados: Os resultados serão usados para elaborar uma proposta de organização da futura vacinação contra o SARS-COV-2 da população, além de cuidados de saúde cardiovascular durante e logo após esta pandemia; com protocolo que apresente modos de enfrentar a vulnerabilidade social durante este e futuros surtos pela SMSA-BH.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Isis Eloá Machado, Valeria Maria de Azeredo Passos, Antônio Luiz Pinho Ribeiro, Renato Azeredo Teixeira, Luisa Campos Caldeira Brant, Crizian Saar Gomes, Pedro Cisalpino Pinheiro, Guilherme Veloso.
2020 a AtualCOVID Adolescentes - estilos de vida
Introdução: A pandemia do coronavírus foi declarada pela a Organização Mundial da Saúde em 11 de marco de 2020. Para controlar a transmissão da doença, medidas de saúde pública, incluindo o diagnóstico oportuno, o isolamento dos casos e o distanciamento social foram implementadas nos países. No entanto, os efeitos do distanciamento social na saúde mental e as mudanças na vida dos adolescentes brasileiros ainda não são conhecidos. Objetivo: Descrever as mudanças nas atividades de rotina, nos estilos de vida, nas relações familiares e com amigos, nas atividades escolares, nos cuidados à saúde, e avaliar o estado de ânimo dos adolescentes brasileiros de 12 a 17 anos, no período de distanciamento social consequente à pandemia de coronavírus. Métodos: Trata-se de um inquérito de saúde com a utilização de questionário virtual, que utilizará o aplicativo RedCap (Research Eletronic Data Capture), para coleta de dados. O convite aos participantes será feito por procedimento de amostragem em cadeia por meio das redes sociais dos participantes. Serão utilizados pesos de pós estratificação para ponderação por sexo, idade e macrorregião para análise estatística dos dados. Considerações finais: Este estudo busca compreender como a pandemia afeta o estado de saúde e de ânimo dos adolescentes frente ao distanciamento social, e assim apoiar políticas públicas no enfrentamento destas adversidades. Palavras chaves: Pandemia, Novo Coronavírus, Adolescentes, Família, Hábitos saudáveis, Estado de Saúde, Estado de Ânimo. 
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Azevedo Barros Marilisa Berti de,, Isis Eloá Machado, Maria Aarecida Tedeschi Cano, Elton Junio Sady Prates, ALANNA GOMES DA SILVA, Célia Landman Szwarcwald, Giseli Nogueira Damacena, Margareth Guimarães Lima, Crizian Saar Gomes, Francielle Thalita Almeida Alves, Paulo Borges de Souza Junior, Laís Santos de Magalhães Cardoso.
2018 a AtualAnálise de indicadores de morbidade na população adulta brasileira e fatores associados segundo os resultados de exames laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) compõe o sistema de vigilância e foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parcerias com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A PNS tem como objetivo principal a produção de dados, em âmbito nacional, sobre a situação de saúde, estilos de vida da população brasileira e sobre a atenção à saúde, no que tange ao acesso e uso dos serviços de saúde, às ações preventivas, à continuidade dos cuidados e ao financiamento da assistência de saúde. O material sanguíneo colhido foi analisado em relação a hemoglobina glicada, colesterol total e frações, sorologia para dengue, hemograma e leucograma, hemoglobinopatias, creatinina e a amostra de urina permitiu a análise da excreção de sódio, potássio e creatinina. Os objetivos consistem em estimar indicadores de morbidade na população brasileira, identificando fatores associados, com base em resultados de exames laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde. Em função de evidências, de que exames laboratoriais podem ser mais fidedignos para a avaliação da morbidade, a PNS, o mais amplo inquérito populacional sobre saúde e seus determinantes realizada no Brasil, inovou na incorporação da realização de exames laboratoriais (sangue e urina) para uma amostra da população brasileira, além das entrevistas e das aferições de medidas antropométricas.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Jorge Gustavo Velasquez Melendez, Celia Landmann Szwarcwald, Maria de Fátima Marinho de Souza, juliana Teixeira Antunes, ISIS ELOAH MACHADO, MARIA IMACULADA DE FATIMA FREITAS, ALANNA GOMES DA SILVA, Sheila Rizzato Stopa, Filipe Malta dos Santos, Quéren Hapuque de Carvalho, Regina Tomie Ivata Bernal, Tais Porto, Lilian Kelen Aguiar, Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de Sá, Leda Lucia Couto de Vasconcelos.
2018 a AtualDesigualdades em pequenas áreas geográficas dos indicadores de doenças crônicas não transmissíveis, violências e seus fatores de risco
O projeto tem como objetivo produzir estimativas para pequenas áreas geográficas dos indicadores de Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT) e fatores de risco segundo dados da Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde. A estimação de indicadores de saúde em pequenas áreas poderá trazer um grande avanço para saúde pública brasileira, tendo em vista que esse método é inexistente no país, mas, pode ser implantado utilizando-se dados dos sistemas de vigilância já operantes como o Sistema de Informação Sobre Mortalidade (SIM), o Sistema de informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção por Inquérito Telefônico (Vigitel), o Sistema de Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) e o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). As informações obtidas podem ser úteis para planejar intervenções de saúde em áreas menores e as desigualdades sociais do país serão melhor compreendidas, aproximando-se da realidade local. Estes dados também poderão apoiar o monitoramento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e das desigualdades em saúde. O uso de bases secundárias de sistemas de informação já consolidados oferece as vantagens da ampla cobertura populacional e possibilidade de incluir todo o território brasileiro nas análises de pequenas áreas. Ademais, destaca-se o baixo custo para a coleta das informações, uma vez que os dados são disponibilizados gratuitamente pelos organismos que os coletam e organizam. A construção de um índice de privação para o Brasil permitirá a detecção de zonas geográficas com os piores indicadores socioeconômicos e de saúde, possibilitando o direcionamento de ações que beneficiem as áreas desfavorecidas. O conhecimento da situação de saúde da população é o primeiro passo para planejar ações e programas que reduzam a ocorrência e a gravidade destas doenças e agravos, bem como as desigualdades existentes, melhorando, assim, a situação de saúde no país.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Jorge Gustavo Velasquez Melendez, Celia Landmann Szwarcwald, Maria de Fátima Marinho de Souza, ISIS ELOAH MACHADO, MARIA IMACULADA DE FATIMA FREITAS, Elisabeth Barboza França, Mariana Santos Felisbino Mendes, Ana Paula Souto Melo, Valeria Maria de Azeredo Passos, Mauricio Lima Barreto, Antônio Luiz Pinho Ribeiro, Regina Tomie Ivata Bernal, Luisa Campos Caldeira Brant, Bernardo Lanza Queiroz, Daisy Maria Xavier de Abreu, Mariângela Carneiro, Crizian Saar Gomes, Fernanda Penido Matozinhos, Sheila Aparecida Ferreira Lachtim, Alexandra Dias Moreira, Juliana de Oliveira Marcatto, Lenice Harumi Ishitani, Bruce Bartholow Duncan, Ana Maria Nogales Vasconcelos, Otaliba Libânio de Morais Neto, Christovam Barcellos, Cimar Azeredo Pereira, Maha Ezalarab, Ani Deshpande, Brigitte Blacker, Bobby Reiner.
2018 a AtualAnálise de inquéritos de Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Brasil e desenvolvimento de aplicativo para fortalecimento da vigilância à saúde
As Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT) representam uma ameaça para a saúde e desenvolvimento em todas as nações. Dentre as DANT, além das doenças crônicas, também estão compreendidos os agravos causados por acidentes e violências, que têm como consequência lesões físicas e emocionais, além de grande ônus social. No Brasil, o quadro das DANT é de magnitude elevada, correspondendo a 75% da mortalidade total no país. Visando enfrentar este panorama, em 2011, o governo brasileiro lançou o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), 2011-2022. O presente projeto tem como objetivo, analisar os inquéritos de vigilância de doenças e agravos não transmissíveis de adolescentes e adultos no Brasil, estados brasileiros e capitais, visando apoiar a vigilância de doenças e agravos não transmissíveis no Sistema Único de Saúde, bem como prevenção de violência e promoção á saúde. Trata-se de estudo epidemiológico configurado em dois eixos: i) análise dos dados dos principais inquéritos nacionais sobre DCNT: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) e Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE); ii) análise de dados da Vigilância de Violências e Acidentes no Brasil e proposição de aplicativo para smartphones com mensagens educativas para profissionais e usuários dos serviços de saúde. O projeto buscará responder se, ao longo dos últimos anos, houve redução na prevalência das DCNT e seus fatores de risco no Brasil e, assim, apoiar políticas públicas de promoção à saúde. O estudo também permitirá avaliar o Plano de DCNT, 2011-2022 incluindo os resultados alcançados, o que inclui mensurar metas atingidas ou não, bem como a análise da continuidade e sustentabilidade dos processos. Por fim, além de apresentar as estimativas de indicadores de violência na população brasileira, será disponibilizado um aplicativo para smartphones com mensagens educativas para apoiar políticas públicas de prevenção de violências.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Jorge Gustavo Velasquez Melendez, Celia Landmann Szwarcwald, juliana Teixeira Antunes, ROSANGELA DURSO PERILLO, ISIS ELOAH MACHADO, MARIA IMACULADA DE FATIMA FREITAS, ALANNA GOMES DA SILVA, Renata Patrícia Fonseca Gonçalves, Mariana Santos Felisbino Mendes, Filipe Malta dos Santos, Regina Tomie Ivata Bernal, Camila Siqueira Araujo, Francielle Thalita Almeida Alves.
2018 a AtualAvaliação do ?Plano de Ações Estratégias para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2011-2022?
No presente projeto, propõe avaliar o Plano de Ações Estratégias para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, 2011-2022, implantado pelo Ministério da Saúde em 2011, visando responder ao panorama epidemiológico das DCNT. Neste sentido, o estudo atual busca avaliar uma intervenção complexa, o Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das DCNT no Brasil (Plano DCNT Brasil), elaborado para o período de 2011 a 2022. O referido plano foi lançado em 2011, após um longo processo de consulta a diversos setores, o que resultou na definição e priorização de ações e metas para enfrentar e deter as DCNT nos próximos anos. Desta forma, avaliar a implementação do Plano DCNT Brasil consiste em verificar as disputas tanto na implementação, quanto na sustentabilidade dos processos. O que foi proposto inicialmente? Foi implementado em que medida? Teve descontinuidade, ou sustentabilidade? Houve participação? Quais atores instituições foram envolvidos? Quais os principais programas implantados? E os principais resultados? No Projeto proposto buscar-se-á revisar o contexto das DCNT e dos fatores de risco no Brasil, a implementação do Plano DCNT Brasil, segundo seus eixos e estratégias prioritários, avaliar o andamento das metas definidas no plano e realizar análises de meta-avaliação.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Elton Junio Sady Prates, ALANNA GOMES DA SILVA, Zulmira Maria de Araújo Hartz, Kátia Kéllen de Paula Aguilar Las Casas.
2017 a AtualFortalecendo a vinculação de dados para reduzir as desigualdades em saúde em países de baixa e média renda renda: a coorte brasileira de 100 milhões
Trata-se de um projeto inovador que trará um índice de pobreza mais precioso para o Brasil, permitirá monitorar geograficamente as desigualdades em saúde e estimará o efeito das políticas de proteção social nas doenças transmissíveis e não transmissíveis relevantes no Brasil. O projeto proposto trará importantes avanços no estudo das desigualdades de saúde no Brasil e em outros países e trará conhecimento e informação renovada para acadêmicos e gestores políticos nesse tema relevante. Este projeto interinstitucional inclui parceria com outras universidades brasileiras e liderado pelos pelos Professores Alastair Layland e Vittal Katikireddi, da Universidade de Glasgow, Inglaterra e Prof Mauricio Barreto, do CIDACS-FIOCRUZ, Brasil.
Integrantes: BARRETO, MAURÍCIO LIMA (coordenador), Deborah Carvalho Malta, lALASTAIR LAYLAND, VITTAL KATIKIREDDI.
2017 a AtualSocial Policy & Health Inequality Project (SPHI): Measure the progress in Brazil against the SDG targets for NCDs
Trata-se de um projeto inovador que calculará o índice de vulnerabilidade (deprivation índex) para o Brasil, permitirá monitorar geograficamente as desigualdades em saúde e estimará o efeito das políticas de proteção social nas doenças transmissíveis e não transmissíveis relevantes no Brasil. O projeto irá monitorar os indicadores de Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e os indicadores de DCNT em populações vulneráveis, tais como beneficiários do programa Bolsa Família. O projeto proposto trará importantes avanços no estudo das desigualdades de saúde no Brasil e em outros países e trará conhecimento e informação renovada para acadêmicos e gestores políticos nesse tema relevante. Este projeto interinstitucional inclui parceria com outras universidades brasileiras, dentre elas a Universidade de Glasgow, Institute of Health and Wellbeing, University of Glasgow, United Kingdom, Social and Public Health Sciences Unit, Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (CIDACS/Fiocruz).
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Mauricio Lima Barreto, Quéren Hapuque de Carvalho, Renato Azeredo Teixeira, Regina Tomie Ivata Bernal, Ruth Dundas, Alastair Leyland, Laís Santos de Magalhães Cardoso, Jill P. Pell, Vitall Katikireddi, Maria Yuri Ichihara.
2016 a AtualCarga Global de Doenças no Brasil
Este Projeto é fruto da colaboração entre a Universidade Federal de Minas Gerais, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde do Brasil e o IHME (Institute of Health Metrics and Evaluation) da Universidade de Washington. A Profª. Dra. Deborah Carvalho Malta é a coordenadora da Rede GBD Brasil, em conjunto com o Prof Antonio Ribeiro Pinho. O projeto reune pesquisadores de diversas Universidades Brasileiras e parceiros do IHME, Universidade de Washington e tem por objeto quantificar o impacto na saúde do país e suas unidades federativas, dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, doenças infecciosas e de agravos. A pesquisa utilizará informações de grandes bancos de dados nacionais, tais como o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para as doenças crônicas não transmissíveis, a Pesquisa Nacional de Saúde, internações hospitalares, aposentadoria por invalidez, registro e tratamento de câncer, procedimentos de alta complexidade, dentre outros. O GBD calcula indicador de morbidade, YLD (Years Lived with Disability), que somado às informações de mortalidade, YLL (Years of Life Lost), fornece medida da carga global de doença amplamente utilizada na literatura mundial, visando comparabilidade internacional da carga de doença, denominada DALY (Disability-Adjusted Life Year). Este estudo permitirá não apenas a comparação da carga de doença do país com a do resto do mundo, mas também a detecção de desigualdades, quando da comparação da situação de saúde entre os Estados da Federação.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Elizabeth Barbosa França, Daisy Maria Xavier de Abreu, Isis Eloá Machado, DE SOUZA, MARIA DE FATIMA MARINHO, RIBEIRO, ANTONIO LUIZ P., Elton Junio Sady Prates, Mohsen Naghavi, Mariana Santos Felisbino-Mendes, Valeria Maria de Azeredo Passos, PINTO, ISABELLA VITRAL, Scott Glen, Renato Azeredo Teixeira, Alexandra Dias Moreira, Bernado Lanza Queiroz, Meghan Money, Chris Odell, Laís Santos de Magalhães Cardoso.
2016 a AtualProjeto de Avaliação da Atenção Básica em BH e Brasil por inquérito telefônico (PCATool)
Trata-se de um subprojeto do Vigitel, em função de inclusão de questionário piloto contendo o PCATool (Primary Care Assessment Tool) versão reduzida, na pesquisa Vigitel para análise da Atenção Primaria à Saúde (APS) em municípios selecionados. Objetiva-se avaliar o desempenho da APS no município de Belo Horizonte, por meio dos seus atributos, na opinião de usuários, considerando a influência das caracte¬rísticas estruturais e organizacionais nesse desempenho. Trata-se de uma pesquisa avaliativa, com delineamento observacional analítico de corte transversal incluindo um inquérito amostral telefônico de base populacional referente às condições socioeconômicas e de saúde e análise da presença e extensão dos atributos da APS por meio da experiência de utilização dos usuários com base no PCATool (Primary Care Assessment Tool) versão reduzida.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), ROSANGELA DURSO PERILLO, ISIS ELOAH MACHADO, Regina Tomie Ivata Bernal, Kátia Crestine Poças, Elizabeth Carmen Duarte.
2011 a AtualPesquisa Nacional de Saúde
A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) é uma pesquisa de base domiciliar, de âmbito nacional, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013. A PNS tem como objetivo geral o de suprir dados em âmbito nacional que visam caracterizar a situação de saúde e os estilos de vida da população, bem como a atenção à saúde, no que se refere ao acesso e uso dos serviços de saúde, às ações preventivas, à continuidade dos cuidados e ao financiamento da assistência de saúde. A amostra foi constituída por 80.000 domicílios. O questionário é subdividido em três partes, sendo as duas primeiras respondidas por um residente do domicílio, com perguntas sobre as características do domicílio e situação socioeconômica e de saúde de todos os moradores. A terceira parte é individual, respondida por um morador de 18 anos ou mais, selecionado com equiprobabilidade no domicílio, e enfoca morbidade e estilos de vida. Para este indivíduo foram feitas aferições de peso, altura, circunferência da cintura e pressão arterial. Em subamostra nacional foram realizados exames laboratoriais para caracterizar o perfil lipídico e o nível de glicemia no sangue, e determinar o teor de sódio na urina. CONEP ? PARECER N°. 328.159 em 26/06/2013.
Integrantes: Eduardo Marque Macário (coordenador), Deborah Carvalho Malta, Carlos Augusto Monteiro, Luciana Monteiro Sardinha, Maria Lucia França Pontes Vieira, ISIS ELOAH MACHADO, Célia Landman Szwarcwald, Regina Tomie Ivata Bernal, Cimar Azeredo Pereira, Sheila Rizato Stoppa, Wolney Lisboa Conde.
2008 a AtualPesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE)
A Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) é o sistema de vigilância e monitoramento da saúde dos escolares do Ministério da Saúde e já conta com três edições concluídas em 2009, 2012 e 2015. Em 2009, foram coletadas informações de 60.973 estudantes em 1.453 escolas públicas e privadas nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal; em 2012 participaram 109.104 escolares do 9º ano escolar em todo o país; e em 2015, na amostra 1, que corresponde aos escolares do 9° ano escolar, foram entrevistados 102.301 estudantes em 3.040 escolas públicas e privadas, e na amostra 2, que representa estudantes de 13 a 17 anos de idade frequentando do 6° ano do ensino fundamental ao 3° ano do ensino médio, foram coletadas informações de 16.608 escolares em 371 escolas de todo o Brasil. A PeNSE 2019 está em execução. O Sistema de Monitoramento PeNSE fornece um conjunto de informações que pode embasar o delineamento de programas de saúde com foco nas especificidades dos adolescentes. Compreendendo o território escolar como local de promoção à saúde, o conhecimento dos fatores de risco e de proteção da população adolescente brasileira, disponibilizados pela PeNSE, pode subsidiar o planejamento e a execução de políticas intersetoriais para esse grupo, como o Programa Saúde na Escola do Ministério da Saúde e do Ministério da Educação. CONEP - PARECER Nº. 192/2012. Registro CONEP 16805.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Walesca Teixeira Caiaffa, Jorge Gustavo Velasquez Melendez, Marta Alves Silva, Marco Antonio Andreazzi, Marta Angélica Iossi Silva, Flavia Carvalho M. Mello, Antonio José Ribeiro Dias, Eduardo Marque Macário, Sheila Rizato Stoppa.
2006 a AtualMonitoramento de fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis - Vigitel
O projeto Vigilância das Doenças e Agravos Não Transmissíveis (Vigitel) é realizado anualmente pelo Ministério da Saúde desde 2006 com residentes nas capitais dos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. O Vigitel utiliza amostras probabilísticas da população adulta (≥ 18 anos) a partir do cadastro das linhas de telefone fixo das cidades, disponibilizadas anualmente pelas principais operadoras de telefonia fixa no país. São utilizados pesos pós-estratificação que objetiva a inferência estatística dos resultados do sistema para a população adulta de cada cidade. O peso final atribuído a cada indivíduo entrevistado pelo sistema Vigitel, visa igualar a composição sociodemográfica estimada para a população de adultos com telefone a partir da amostra Vigitel em cada cidade à composição sociodemográfica que se estima para a população adulta total da mesma cidade no mesmo ano de realização do levantamento. O Vigitel monitora os fatores de risco e proteção para as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) por inquérito telefônico. O sistema se baseia essencialmente em inquéritos anuais contínuos realizados por meio de entrevistas telefônicas em amostras probabilísticas da população adulta em capitais, residente em domicílios com linhas fixas de telefone. São entrevistados anualmente cerca de 54.000 indivíduos da população adulta (≥ 18 anos de idade). Esse sistema vem sendo utilizado com sucesso em populações servidas por serviços de telefonia fixa. Uma vez implantados esses resultados têm sido essenciais para planejar, iniciar, apoiar e avaliar iniciativas e programas locais de promoção da saúde e prevenção de DCNT. Tem sido uma importante ferramenta da vigilância em saúde, subsidiando o monitoramento de indicadores nacionais sobre os principais fatores de risco para DCNT, bem como o planejamento de políticas públicas e programas como a Lei 11.705/2008 (Lei Seca), Academia da Saúde e a elaboração do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento de Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil 2011-2022. Este sistema também tem, cada vez mais, fomentado pesquisas de diversas instituições nacionais e internacionais sobre a vigilância desses fatores de risco para DCNT, originando diferentes publicações no tema. O projeto Vigitel foi aprovado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa em Seres Humanos (CONEP) em seu início, no ano de 2006, em versão papel, número de registro CONEP 13081, parecer número 749/2006. Outras edições subsequentes também foram aprovadas, incluindo em 2013, parecer No 355590. Objetiva-se realizar continuamente o sistema de monitoramento dos fatores de risco e proteção para DCNT, por meio de entrevistas telefônicas em todas as capitais brasileiras e avaliar seu desempenho; Descrever e comparar a frequência e distribuição sociodemográfica de fatores de risco para DCNT na população adulta de cada uma das capitais dos estados brasileiros e Distrito Federal, construindo séries históricas robustas dos indicadores desde seu inicio, em 2006; Analisar e comparar a associação entre fatores de risco para DCNT e elaboração de indicadores nacionais, para monitoramento de DCNT nas capitais de estados brasileiros e Distrito Federal; Aprimorar o sistema continuamente por meio de atualizações e mudanças metodológicas: Sorteio de amostras probabilísticas, fatores de ponderação; Realizar estudos de validação.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Jorge Gustavo Velasquez Melendez, Carlos Augusto Monteiro, Luciana Monteiro Sardinha, Rafael Moreira Claro, Regina Tomie Ivata Bernal, ISIS ELOAH MACHADO, Eduardo Marque Macário.
2006 a AtualVigilância de Acidentes e Violências (VIVA)
VIVA ? Vigilância de Violências e Acidentes - é um inquérito realizado nas portas de entrada de urgência e emergência das capitais brasileiras, nos anos de 2006, 2007, 2009, 2011, 2014 e 2017, cujos resultados serão divulgados no 2° semestre de 2019. São elegíveis para a entrevista todas as vítimas de causas externas que procuraram atendimento nos serviços de urgência e emergência selecionados e que concordaram em participar da pesquisa. O tamanho da amostra foi de, no mínimo, 2.000 atendimentos por causas externas em cada uma das capitais e no Distrito Federal, assumindo coeficiente de variação inferior a 30% e o erro-padrão menor que 3. Os dados são coletados por meio de formulário padronizado. Os atendimentos foram classificados em dois grupos: violências e acidentes. Objetiva-se dar continuidade à Vigilância de Violências e Acidentes (VIVA) realizando inquéritos nas portas de entrada dos serviços de urgência e emergência em municípios brasileiros selecionados e no DF. Além disso, espera-se descrever o perfil epidemiológico das vítimas de violências e acidentes atendidas em unidades de urgência e emergência selecionadas segundo aspectos demográficos, tipos de violências e acidentes, circunstâncias, natureza das lesões e evolução do atendimento; Descrever o perfil do (a) provável autor (a) da agressão; Identificar fatores de risco ou de proteção associados à ocorrência de violências e acidentes; Propor medidas específicas de vigilância e prevenção de violências e acidentes e promoção da saúde e cultura da paz; Elaborar indicadores nacionais para o monitoramento de violências e acidentes; Orientar políticas públicas de prevenção de violências e acidentes e promoção da saúde e cultura de paz. O VIVA foi submetido e aprovado na Comissão Nacional de Ética em Pesquisa em Seres Humanos (2006; Processo n°. 286/2007, n° 764/2009; 2011).
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Otaliba Libânio de Morais Neto, Marta Alves Silva, Cheila Maria Lima, Regina Tomie Ivata Bernal, Márcio Dênis Medeiros Mascarenhas, ISIS ELOAH MACHADO, Eduardo Marque Macário.
2006 a AtualVigilância de Doenças Crônicas no Brasil

Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Francisco Carlos Félix Lana, Maria Imaculada de Fátima Freitas, Marta Alves Silva, Isis Eloá Machado, Gustavo Velásquez-Melendéz.
2005 a AtualAvaliação Programa Academia da Cidade e observatorio de DCNT
A linha de pesquisa busca avançar na metodologia de avaliação de serviços e programas de saúde. Projetos em curso: Observatório de Doenças Crônicas Não Transmissíveis - Trata-se de parceria entre Brasil Canadá, Costa Rica e OPAS, avaliando a introdução de políticas públicas em relação à Prevenção e Vigilância de Doenças Crônicas Não Transmissíveis nos três países e os resultados alcançados. Projeto aprovado no CONEP - 12555 Projeto de proposição de metodologia para avaliação de intervenção de promoção à saúde, prevenção e vigilância de Doenças Crônicas Não Transmissíveis ; Projeto de avaliação de efetividade da promoção da saúde e atividade física. Este último projeto multicêntrico em parceria com universidades americanas como - Saint Louis University School of Public Health, Center for Disease Control and Prevention (CDC) e Universidades Brasileiras -UFMG, UNIFESP, Universidade de Pelotas, USP, UFSE e Ministério da Saúde.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Elisabeth Carmen Duarte, Otaliba Libânio de Morais Neto, Denise Birche, Lenildo de Moura, Eduardo J. Simões, Ross C. Brownson, Pedro Hallal, danielle Keila Alencar Cruz, Rodrigo S. Reis, Parra, Diana C., Knuth, Alan G..
2004 a AtualEvitabilidade de Óbitos
A Linha de pesquisa visa a compreensão do tema dos óbitos evitáveis, sistematizar conceitos e metodologias para a definição, cálculo e monitoramento de indicadores de mortalidade evitável, contribuindo para a construção de uma tabela nacional de mortes evitáveis, segundo os diferentes níveis de prevenção. Grande área: Ciências da Saúde / Área: Saúde Coletiva / Subárea: Epidemiologia / Setores de aplicação: Políticas, planejamento e gestão em saúde.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Maria Angélica de Salles Dias, Tathiana Muniz Bomfim, Maria de Fátima Marinho de Souza, Elisabeth Carmen Duarte, Yara Maria Diniz Figueiredo, Otaliba Libânio de Morais Neto, Márcia Furkin de Almeida, Lenildo de Moura, Ina Santos, Rogério Ruscitto do Prado, Rafaela Magalhães Fernandes Saltarelli.

Projetos de desenvolvimento em andamento

2016 a AtualProjeto Carga Global de Doencas
Este Projeto é fruto de colaboração entre a Universidade Federal de Minas Gerais, a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde do Brasil e o IHME (Institute of Health Metrics and Evaluation) da Universidade de Washington. A Profa. Deborah Carvalho Malta é responsável pela área de pesquisa em ?Fatores de Risco no Brasil?, que tem por objeto quantificar o impacto, na saúde do país e suas unidades federativas, dos principais fatores de risco para doenças crônicas não transmissíveis, doenças infecciosas e de agravos. A pesquisa utilizará informações de grandes bancos de dados nacionais, tais como o VIGITEL, Pesquisa Nacional de Saúde, internações hospitalares, aposentadoria por invalidez, registro e tratamento de câncer, procedimentos de alta complexidade, dentre outros. O Objetivo é gerar indicador de morbidade YLD (Years Lost due to Disability) que somado às informações de mortalidade (YLL, Years of Life Lost), fornece medida da carga global de doença, visando comparabilidade internacional da carga de doença, denominada DALY (disability adjusted life year). Este estudo permitirá não apenas a comparação da carga de doença no país e o mundo, mas também a detecção de desigualdades, quando da comparação da situação de saúde entre os Estados da Federação.
Integrantes: Deborah Carvalho Malta (coordenador), Mariana Santos Fellisbino Mendes, Elisabeth Barboza França, Isis Eloá Machado, Meghan Mooney, Mohsen Naghavi, Maria de Fátima Marinho de Souza.
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Estimativas do Risco Cardiovascular em Dez Anos na População Brasileira: Um Estudo de Base Populacional
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2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
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2021. ANAIS DO INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL.
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2021. Cadernos de Saude Publica.
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2021. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA.
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2021. JOURNAL OF PSYCHOSOMATIC RESEARCH.
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2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Fatores associados ao óbito de mulheres com notificação de violência por parceiro íntimo no Brasil
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Effect of chronic non-communicable diseases (CNCDs) on the sleep of Brazilians during the COVID-19 pandemic
2021. SLEEP MEDICINE.
UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS DE SAÚDE ENTRE ADOLESCENTES DE PARNAÍBA-PI, 2017/2018: ESTUDO DE BASE POPULACIONAL
2021. REVISTA CIENTIFICA DO ITPAC.
Fatores associados ao consumo de sal na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Fatores associados ao LDL-Colesterol aumentado na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Prevalência de pré-diabetes e hiperglicemia intermediária em adultos e fatores associados, Pesquisa Nacional de Saúde
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Tendência do uso e fontes de obtenção de antidiabéticos orais para tratamento de diabetes no Brasil de 2012 a 2018: análise do inquérito Vigitel
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
External validation of the estimate of prevalence of smokers in small areas by Vigitel, in Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Programa Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde (PNASS) 2015-2016: uma análise sobre os hospitais no Brasil
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Social vulnerability associated with the self-reported diagnosis of type II diabetes: a multilevel analysis
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência de alto risco cardiovascular na população adulta brasileira segundo diferentes critérios: estudo comparativo
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Doenças crônicas não transmissíveis e mudanças nos estilos de vida durante a pandemia de COVID-19 no Brasil
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
ConVid - Behavior Survey by the Internet during the COVID-19 pandemic in Brazil: conception and application methodology
2021. Cadernos de Saude Publica.
Changes in the prevalence of physical inactivity and sedentary behavior during COVID-19 pandemic: a survey with 39,693 Brazilian adults
2021. Cadernos de Saude Publica.
Association of social and economic conditions with the incidence of sleep disorders during the COVID-19 pandemic
2021. Cadernos de Saude Publica.
Factors affecting Brazilians? self-rated health during the COVID-19 pandemic
2021. Cadernos de Saude Publica.
Mapping routine measles vaccination in low- and middle-income countries
2021. Nature.
ESOPHAGEAL CANCER MORTALITY IN BRAZIL: A TIME-SERIES ANALYSIS FROM THE GLOBAL BURDEN OF DISEASE STUDY
2021. ARQUIVOS DE GASTROENTEROLOGIA (ONLINE).
Diferenças entre medidas autorreferidas e laboratoriais de diabetes, doença renal crônica e hipercolesterolemia
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Pesquisa Nacional de Saúde, análises laboratoriais e monitoramento de metas de redução de Doenças Crônicas
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
Monitoramento e projeções das metas de fatores de risco e proteção para o enfrentamento das doenças crônicas não transmissíveis nas capitais brasileiras
2021. Ciência & Saúde Coletiva.
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2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Methodological proposal for the redistribution of deaths due to garbage codes in mortality estimates for Noncommunicable Chronic Diseases
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
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2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
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2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Distribution of indicators for chronic non-communicable diseases in adult women beneficiaries and non-beneficiaries of the Bolsa Família Program - Vigitel 2016-2019
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Mortality due to garbage codes in Brazilian municipalities: differences in rate estimates by the direct and Bayesian methods from 2015 to 2017
2021. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Mortalidade por Doenças Cardiovasculares Segundo o Sistema de Informação sobre Mortalidade e as Estimativas do Estudo Carga Global de Doenças no Brasil, 2000-2017
2020. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Agressões nos atendimentos de urgência e emergência em capitais do Brasil: perspectivas do VIVA Inquérito 2011, 2014 e 2017
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
A mortalidade feminina por acidentes de motocicleta nos municípios brasileiros, 2005, 2010 e 2015
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Uso de capacete e gravidade de lesões em motociclistas vítimas de acidentes de trânsito nas capitais brasileiras: uma análise do Viva Inquérito 2017
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Tendência temporal da prevalência de indicadores relacionados à condução de veículos motorizados após o consumo de bebida alcoólica, entre os anos de 2007 e 2018
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Avaliação da Atenção Primária à Saúde na ótica dos usuários: reflexões sobre o uso do Primary Care Assessment Tool-Brasil versão reduzida nos inquéritos telefônicos
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
The Impact of COVID-19 on People with Diabetes in Brazil
2020. DIABETES RESEARCH AND CLINICAL PRACTICE.
Trends in prevalence and mortality burden attributable to smoking, Brazil and federated units, 1990 and 2017
2020. Population Health Metrics.
TEMPORAL TREND IN THE PREVALENCE OF RISK AND PROTECTION FACTORS FOR CHRONIC NONTRANSMISSIBLE DISEASES IN BELO HORIZONTE, MG
2020. REME. REVISTA MINEIRA DE ENFERMAGEM.
A methodology for small area prevalence estimation based on survey data
2020. International Journal for Equity in Health.
Doenças Crônicas Não Transmissíveis e fatores de risco e proteção em adultos com ou sem plano de saúde
2020. Ciência & Saúde Coletiva.
Relato de tristeza/depressão, nervosismo/ansiedade e problemas de sono na população adulta brasileira durante a pandemia de COVID-19
2020. EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE.
Lifestyle behaviors changes during the COVID-19 pandemic quarantine among 6,881 Brazilian adults with depression and 35,143 without depression
2020. Ciencia & Saude Coletiva.
A pandemia da COVID-19 e as mudanças no estilo de vida dos brasileiros adultos: um estudo transversal, 2020
2020. Epidemiologia e Serviços de Saúde.
Mapping geographical inequalities in access to drinking water and sanitation facilities in low-income and middle-income countries, 2000-17
2020. Lancet Global Health.
Perfil dos casos de queimadura atendidos em serviços hospitalares de urgência e emergência nas capitais brasileiras em 2017
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Perfil dos atendimentos por violência contra idosos em serviços de urgência e emergência: análise do VIVA Inquérito 2017
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Fatores associados à utilização da atenção primária pela população adulta de Belo Horizonte, Minas Gerais, segundo inquérito telefônico
2020. REME. REVISTA MINEIRA DE ENFERMAGEM.
Fatores de risco e proteção relacionados à violência intrafamiliar contra os adolescentes brasileiros
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Mulheres e avaliação das desigualdades na distribuição de fatores de risco de doenças crônicas, Vigitel 2016-2017
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Burden of injury along the development spectrum: associations between the Socio-demographic Index and disability-adjusted life year estimates from the Global Burden of Disease Study 2017
2020. INJURY PREVENTION.
Association between firearms and mortality in Brazil, 1990 to 2017: a global burden of disease Brazil study
2020. Population Health Metrics.
Mapping child growth failure across low- and middle-income countries
2020. NATURE.
Global and regional burden of cancer in 2016 arising from occupational exposure to selected carcinogens: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2020. BMJ Open.
Doenças Crônicas Não Transmissíveis na revista Ciência & Saúde Coletiva: Um estudo bibliométrico
2020. Ciencia & Saude Coletiva.
Epidemiology and burden of chronic respiratory diseases in Brazil from 1990 to 2017: analysis for the Global Burden of Disease 2017 Study
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Fatores associados à doença renal crônica: inquérito epidemiológico da Pesquisa Nacional de Saúde
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Simultaneity of unhealthy behaviors associated with hypertension among Brazilian adults
2020. REVISTA BRASILEIRA DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE.
Adolescências feridas: retrato das violências com arma de fogo notificadas no Brasil
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Simultaneidade de comportamentos de risco para a obesidade em adultos das capitais do Brasil
2020. Ciencia & Saude Coletiva.
Mapping geographical inequalities in childhood diarrhoeal morbidity and mortality in low-income and middle-income countries, 2000-17: analysis for the Global Burden of Disease Study 2017
2020. LANCET.
Global injury morbidity and mortality from 1990 to 2017: results from the Global Burden of Disease Study 2017
2020. INJURY PREVENTION.
The Global Burden of Disease Study Estimates of Brazil?s Cervical Cancer Burden
2020. Annals of Global Health.
Mapping Local Patterns of Childhood Overweight and Wasting in Low- And Middle-Income Countries Between 2000 and 2017
2020. NATURE MEDICINE (ONLINE).
Simultaneidade de doenças crônicas não transmissíveis em 2013 nas capitais brasileiras: prevalência e perfil sociodemográfico*
2020. EPIDEMIOLOGIA E SERVICOS DE SAUDE.
A busca de sociedades pacíficas e inclusivas até 2030
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
The GBD Brazil network: better information for health policy decision-making in Brazil
2020. Population Health Metrics.
Monitoring the progress of health-related sustainable development goals (SDGs) in Brazilian states using the Global Burden of Disease indicators
2020. Population Health Metrics.
The burden of non-communicable diseases attributable to high BMI in Brazil, 1990-2017: findings from the Global Burden of Disease Study
2020. Population Health Metrics.
Diabetes mellitus and associated factors, determined by glycated hemoglobin
2020. EUROPEAN JOURNAL OF PUBLIC HEALTH.
Avaliação e futuro do Programa Academia da Saúde
2020. REVISTA BRASILEIRA DE ATIVIDADE FÍSICA E SAÚDE.
Associations of sedentary behaviors and incidence of unhealthy diet during the COVID-19 quarantine in Brazil
2020. PUBLIC HEALTH NUTRITION.
Trends in mortality due to noncommunicable diseases in Brazil and the sustainable development targets
2020. EUROPEAN JOURNAL OF PUBLIC HEALTH.
Underreporting of chronic kidney disease according to laboratory criteria of Brazilian adults
2020. EUROPEAN JOURNAL OF PUBLIC HEALTH.
Cardiovascular Risk estimates in ten years in the Brazilian population, a population-based study
2020. EUROPEAN JOURNAL OF PUBLIC HEALTH.
Associated factors with death among young women exposed to intimate partner violence in Brazil
2020. EUROPEAN JOURNAL OF PUBLIC HEALTH.
Trends in prevalence, mortality, and morbidity associated with high systolic blood pressure in Brazil from 1990 to 2017: estimates from the -Global Burden of Disease 2017- (GBD 2017) study
2020. Population Health Metrics.
Five insights from the Global Burden of Disease Study 2019
2020. LANCET.
Saúde cardiovascular e validação do escore autorreferido no Brasil: uma análise da Pesquisa Nacional de Saúde
2020. Ciência & Saúde Coletiva.
Prevalência da Síndrome Metabólica e seus componentes na população adulta brasileira
2020. Ciência & Saúde Coletiva.
Comportamentos em saúde e adoção de medidas de proteção individual durante a pandemia do novo coronavírus: iniciativa ELSI-COVID-19
2020. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA.
Dementias in Brazil: increasing burden in the 2000-2016 period. Estimates from the Global Burden of Disease Study 2016
2020. Arquivos de Neuro-Psiquiatria (Online).
Inequalities in mammography and Papanicolaou test coverage: a time-series study
2020. SAO PAULO MEDICAL JOURNAL.
Reprodutibilidade dos módulos bebidas alcoólicas e drogas ilícitas da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2015
2020. REVISTA DA ESCOLA DE ENFERMAGEM DA USP.
Mudanças nas condições socioeconômicas e de saúde dos brasileiros durante a pandemia de COVID-19
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Global burden of 87 risk factors in 204 countries and territories, 1990-2019: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2019
2020. LANCET.
Adesão às medidas de restrição de contato físico e disseminação da COVID-19 no Brasil
2020. EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE.
Global burden of 369 diseases and injuries in 204 countries and territories, 1990-2019: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2019
2020. LANCET.
Inequalities in infant mortality in Brazil at subnational levels in Brazil, 1990 to 2015
2020. Population Health Metrics.
Excess of cardiovascular deaths during the COVID-19 pandemic in Brazilian capital cities
2020. HEART.
Trends in mortality due to non-communicable diseases in the Brazilian adult population: national and subnational estimates and projections for 2030
2020. Population Health Metrics.
Physical inactivity as a risk factor for all-cause mortality in Brazil (1990-2017)
2020. Population Health Metrics.
The burden of low back pain in Brazil: estimates from the Global Burden of Disease 2017 Study
2020. Population Health Metrics.
The burden of diabetes and hyperglycemia in Brazil: a global burden of disease study 2017
2020. Population Health Metrics.
Depressive disorders in Brazil: results from the Global Burden of Disease Study 2017
2020. Population Health Metrics.
Inequalities in the burden of female breast cancer in Brazil, 1990-2017
2020. Population Health Metrics.
Distanciamento social, sentimento de tristeza e estilos de vida da população brasileira durante a pandemia de COVID-19
2020. Saúde em Debate.
Cardiovascular Statistics ? Brazil 2020
2020. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Uso de Práticas Integrativas e Complementares por idosos: Pesquisa Nacional de Saúde 2013
2020. Saúde em Debate.
Decentralized COVID-19 measures in Brazil were ineffective to protect people with diabetes
2020. Diabetes & Metabolic Syndrome (Print).
Changes in the clustering of unhealthy movement behaviors during the COVID-19 quarantine and the association with mental health indicators among Brazilian adults
2020. Translational Behavioral Medicine.
Fatores associados à doença renal crônica segundo critérios laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde
2020. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Estimating global injuries morbidity and mortality: methods and data used in the Global Burden of Disease 2017 study
2020. INJURY PREVENTION.
Measuring universal health coverage based on an index of effective coverage of health services in 204 countries and territories, 1990-2019: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2019
2020. LANCET.
Prevalência de Colesterol total e frações alterados na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência de anemia em adultos e idosos brasileiros
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Avaliação da função renal na população adulta brasileira, segundo critérios laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Factors associated with the double burden of malnutrition among adolescents, National Adolescent School-Based Health Survey (PENSE 2009 and 2015)
2019. PLoS One.
Modos de pensar dos profissionais do Programa Academia da Saúde sobre saúde e doença e suas implicações nas ações de promoção de saúde
2019. PHYSIS. REVISTA DE SAÚDE COLETIVA (ONLINE).
Prevalência de fatores de risco cardiovascular na população de Vitória segundo dados do VIGITEL e da Pesquisa Nacional de Saúde de 2013
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Physical inactivity, television time and chronic diseases in Brazilian adults and older adults
2019. HEALTH PROMOTION INTERNATIONAL.
Prevalência da prática de bullying referida por estudantes brasileiros: dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, 2015
2019. EPIDEMIOLOGIA E SERVICOS DE SAUDE.
Fatores associados aos episódios de agressão familiar entre adolescentes, resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE)
2019. Ciência & Saúde Coletiva.
Prevalência de bullying e fatores associados em escolares brasileiros, 2015
2019. Ciência & Saúde Coletiva.
Diseases, Injuries, and Risk Factors in Child and Adolescent Health, 1990 to 2017
2019. JAMA Pediatrics.
Crianças e Adolescentes, políticas de austeridade e os compromissos da Agenda 2030
2019. Ciência & Saúde Coletiva.
Mortes evitáveis na infância, segundo ações do Sistema Único de Saúde, Brasil
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Tendência da mortalidade por causas evitáveis na infância: contribuições para a avaliação de desempenho dos serviços públicos de saúde da Região Sudeste do Brasil
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Probabilidade de morte prematura por doenças crônicas não transmissíveis, Brasil e regiões, projeções para 2025
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Mortes evitáveis por ações do Sistema Único de Saúde na população da Região Sudeste do Brasil
2019. Ciência & Saúde Coletiva.
Global, regional, and national burden of neurological disorders, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2019. LANCET NEUROLOGY.
Physical inactivity as risk factor for mortality by diabetes mellitus in Brazil in 1990, 2006, and 2016
2019. Diabetology & Metabolic Syndrome.
Adult body weight trends in 27 urban populations of Brazil from 2006 to 2016: A population-based study
2019. PLoS One.
Sociocultural factors related to the physical activity in boys and girls
2019. REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA (ONLINE).
Is the availability of open public spaces associated with leisure-time physical activity in Brazilian adults?
2019. HEALTH PROMOTION INTERNATIONAL.
Prevalência de diabetes mellitus determinada pela hemoglobina glicada na população adulta brasileira, Pesquisa Nacional de Saúde
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência de violência sexual e fatores associados entre estudantes do ensino fundamental - Brasil, 2015
2019. Ciencia & Saude Coletiva.
Indicadores de doenças crônicas não transmíssiveis em mulheres com idade reprodutiva, beneficiárias e não beneficiárias do Programa Bolsa Família
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Correction: Factors associated with the double burden of malnutrition among adolescents, National Adolescent School-Based Health Survey (PENSE 2009 and 2015)
2019. PLoS One.
Prevalência de hemoglobinopatias na população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde 2014-2015
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Income inequalities in oral health and access to dental services in the Brazilian population: National Health Survey, 2013
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Valores de referência para exames laboratoriais de hemograma da população adulta brasileira: Pesquisa Nacional de Saúde
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalence and factors associated with underweight among Brazilian older adults
2019. Ciência & Saúde Coletiva.
Prevalência de diabetes em adultos e idosos, uso de medicamentos e fontes de obtenção: uma análise comparativa de 2012 e 2016
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Formação de recursos humanos em saúde: desafios e oportunidades
2019. ANAIS DO INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL.
Avaliação das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável relacionadas à saúde nos países de língua portuguesa
2019. ANAIS DO INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL.
Leisure-time physical activity and sports in the Brazilian population: A social disparity analysis
2019. PLoS One.
Prevalence of arterial hypertension in Brazilian adults and its associated factors and activity limitations: a cross-sectional study
2019. SAO PAULO MEDICAL JOURNAL.
Chronic noncommunicable diseases multimorbidity and its association with physical activity and television time in a representative Brazilian population
2019. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA.
Co-occurrence of Smoking and Unhealthy Diet in the Brazilian Adult Population
2019. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Prevalence and co-occurrence of modifiable risk factors in adults and older people
2019. REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA (ONLINE).
Mapping 123 million neonatal, infant and child deaths between 2000 and 2017
2019. NATURE.
Disparities in food consumption between economically segregated urban neighbourhoods
2019. PUBLIC HEALTH NUTRITION.
Diagnóstico médico autorreferido de doença cardíaca e fatores de risco associados: Pesquisa Nacional de Saúde
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Primeira escolha para utilização de serviços de saúde pela população adulta do Distrito Federal, 2015: um inquérito de base populacional*
2019. EPIDEMIOLOGIA E SERVICOS DE SAUDE.
Estimativa do consumo de sal pela população brasileira: resultado da Pesquisa Nacional de Saúde 2013
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Exames laboratoriais da Pesquisa Nacional de Saúde: metodologia de amostragem, coleta e análise dos dados
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Valores de referência para exames laboratoriais de colesterol, hemoglobina glicosilada e creatinina da população adulta brasileira
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Global, regional, and national burden of suicide mortality 1990 to 2016: systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2019. BMJ.
Trends in smoking prevalence in all Brazilian capitals between 2006 and 2017
2019. Jornal Brasileiro de Pneumologia (Online).
Tendência temporal da prevalência de obesidade mórbida na população adulta brasileira entre os anos de 2006 e 2017
2019. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA.
Contextualizando a influência das avaliações: um ensaio meta-avaliativo com ênfase na utilidade e responsabilidade
2019. ANAIS DO INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL.
Avaliação do alcance das metas do plano de enfrentamento das doenças crónicas não transmissíveis no Brasil, 2011-2022
2019. ANAIS DO INSTITUTO DE HIGIENE E MEDICINA TROPICAL.
Primeiros resultados da análise do laboratório da Pesquisa Nacional de Saúde
2019. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Burden of cancer in the Eastern Mediterranean Region, 2005-2015: findings from the Global Burden of Disease 2015 Study
2018. INTERNATIONAL JOURNAL OF PUBLIC HEALTH (ONLINE).
Estimates of the global, regional, and national morbidity, mortality, and aetiologies of diarrhoea in 195 countries: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2018. LANCET INFECTIOUS DISEASES.
Cobertura de exame Papanicolaou em mulheres de 25 a 64 anos, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde e o Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, 2013
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Burden of disease in Brazil, 1990-2016: a systematic subnational analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2018. LANCET.
Global Mortality From Firearms, 1990-2016
2018. JAMA-JOURNAL OF THE AMERICAN MEDICAL ASSOCIATION.
Burden of ischemic heart disease mortality attributable to physical inactivity in Brazil
2018. REVISTA DE SAÚDE PÚBLICA (ONLINE).
Trends in future health financing and coverage: future health spending and universal health coverage in 188 countries, 2016-40
2018. LANCET.
Narrativas de motociclistas acidentados sobre riscos e os diversos meios de transporte
2018. Interface (Botucatu. Online).
VITIMIZAÇÃO POR BULLYING EM ESTUDANTES BRASILEIROS: RESULTADOS DA PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR (PENSE)
2018. Texto e Contexto. (UFSC Impresso).
As doenças e agravos não transmissíveis, o desafio contemporâneo na Saúde Pública
2018. Ciência & Saúde Coletiva.
Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990-2015)
2018. Scientific Reports.
PERSPECTIVE OF MOTORCYCLISTS ACCIDENTED ABOUT RISK AND TRANSIT ACCIDENTS
2018. REME. REVISTA MINEIRA DE ENFERMAGEM.
Measuring performance on the Healthcare Access and Quality Index for 195 countries and territories and selected subnational locations: a systematic analysis from the Global Burden of Disease Study 2016
2018. LANCET.
Sexual and reproductive health of Brazilian adolescents: National school health survey (PENSE) 2009, 2012 and 2015
2018. REVUE D EPIDEMIOLOGIE ET DE SANTE PUBLIQUE.
Parental supervision and alcohol use among Brazilian adolescents: Analysis of data from the National School-based Health Survey 2015
2018. REVUE D EPIDEMIOLOGIE ET DE SANTE PUBLIQUE.
Preventable deaths by actions of the Public Health System in Brazilian population (2000-2013)
2018. REVUE D EPIDEMIOLOGIE ET DE SANTE PUBLIQUE.
Associated factors with the water pipe smoking and use of other tobacco products among students, Brazil, 2015
2018. REVUE D EPIDEMIOLOGIE ET DE SANTE PUBLIQUE.
O SUS e a Política Nacional de Promoção da Saúde: perspectiva resultados, avanços e desafios em tempos de crise
2018. Ciência & Saúde Coletiva.
Transição da saúde e da doença no Brasil e nas Unidades Federadas durante os 30 anos do Sistema Único de Saúde
2018. Ciência & Saúde Coletiva.
Cardiovascular Disease Epidemiology in Portuguese-Speaking Countries: data from the Global Burden of Disease, 1990 to 2016
2018. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Variáveis associadas à prática do bullying em uma amostra nacional de estudantes
2018. ADOLESCÊNCIA & SAÚDE.
Trends in mortality rates where alcohol was a necessary cause of death in Brazil, 2000-2013
2018. REVISTA PANAMERICANA DE SALUD PUBLICA-PAN AMERICAN JOURNAL OF PUBLIC HEALTH.
Mortality and years of life lost by colorectal cancer attributable to physical inactivity in Brazil (1990-2015): Findings from the Global Burden of Disease Study
2018. PLoS One.
Estimates of the global, regional, and national morbidity, mortality, and aetiologies of lower respiratory infections in 195 countries, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2018. LANCET INFECTIOUS DISEASES.
Quedas com necessidade de procura de serviços de saúde entre idosos: uma análise da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
2018. CADERNOS DE SAÚDE PÚBLICA.
Desafios para as políticas públicas voltadas à adolescência e juventude a partir da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE)
2018. Ciência & Saúde Coletiva.
Fatores associados ao uso de narguilé e outros produtos do tabaco entre escolares, Brasil, 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Alcohol use and burden for 195 countries and territories, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2018. LANCET.
Global, Regional, and Country-Specific Lifetime Risks of Stroke, 1990 and 2016.
2018. NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE (ONLINE).
Social, Environmental and Behavioral Determinants of Asthma Symptoms in Brazilian Middle School Students-A National School Health Survey (Pense 2012)
2018. International Journal of Environmental Research and Public Health.
Mortes evitáveis no Sistema Único de Saúde na população brasileira, entre 5 e 69 anos, 2000 - 2013
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Perfil e tendência dos fatores de risco para acidentes de trânsito em escolares nas capitais brasileiras: PeNSE 2009, 2012 e 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Tendências de situações de violência vivenciadas por adolescentes brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2009, 2012 e 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Análise dos indicadores de saúde sexual e reprodutiva de adolescentes brasileiros, 2009, 2012 e 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Supervisão dos pais e o consumo de álcool por adolescentes brasileiros: análise dos dados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Características associadas à autoavaliação ruim do estado de saúde em adolescentes brasileiros, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar, 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência da hipertensão arterial segundo diferentes critérios diagnósticos, Pesquisa Nacional de Saúde
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Fatores de risco e proteção para as doenças crônicas não transmissíveis em adolescentes nas capitais brasileiras
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência e condições associadas ao uso de drogas ilícitas na vida: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência simultânea de hipertensão e diabetes em idosos brasileiros: desigualdades individuais e contextuais
2018. Ciência & Saúde Coletiva.
Procura por serviços ou profissionais de saúde entre adolescentes brasileiros, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar de 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Uso de substâncias psicoativas em adolescentes brasileiros e fatores associados: Pesquisa Nacional de Saúde dos Escolares, 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Evolução do relato de sofrer bullying entre escolares brasileiros: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar - 2009 a 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Simultaneidade de comportamentos de risco à saúde bucal em adolescentes: evidência da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Prevalência de adolescentes fisicamente ativos nas capitais brasileiras: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2012 e 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Tendências de fatores de risco e proteção de doenças crônicas não transmissíveis na população com planos de saúde no Brasil de 2008 a 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Tendência da asma na adolescência no Brasil: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) 2012 e 2015
2018. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA.
Medidas de austeridade fiscal comprometem metas de controle de doenças não transmissíveis no Brasil
2018. Ciência & Saúde Coletiva.
Principais causas da mortalidade na infância no Brasil, em 1990 e 2015: estimativas do estudo de Carga Global de Doença
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Variações e diferenciais da mortalidade por doença cardiovascular no Brasil e em seus estados, em 1990 e 2015: estimativas do Estudo Carga Global de Doença
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Mortalidade por cirrose, câncer hepático e transtornos devidos ao uso de álcool: Carga Global de Doenças no Brasil, 1990 e 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Mortalidade e incapacidade por doenças relacionadas à exposição ao tabaco no Brasil, 1990 a 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
The burden of diabetes and hyperglycemia in Brazil and its states: findings from the Global Burden of Disease Study 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Magnitude e variação da carga da mortalidade por câncer no Brasil e Unidades da Federação, 1990 e 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Prevalence of and factors associated with self-reported high blood pressure in Brazilian adults
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Mortalidade e anos de vida perdidos por violências interpessoais e autoprovocadas no Brasil e Estados: análise das estimativas do Estudo Carga Global de Doença, 1990 e 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Carga de doença por infecções do trato respiratório inferior no Brasil, 1990 a 2015: estimativas do estudo Global Burden of Disease 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Fatores de risco relacionados à carga global de doença do Brasil e Unidades Federadas, 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Factors associated with self-reported diabetes according to the 2013 National Health Survey
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Informal and paid care for Brazilian older adults (National Health Survey, 2013)
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Family influence on the consumption of sugary drinks by children under two years old
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Guidelines on the management of arterial hypertension and related comorbidities in Latin America
2017. JOURNAL OF HYPERTENSION.
Acidentes de transporte terrestre: estudo Carga Global de Doenças, Brasil e unidades federadas, 1990 e 2015
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Acidentes de trabalho autorreferidos pela população adulta brasileira, segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
2017. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Factors associated with chronic back pain in adults in Brazil
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Future and potential spending on health 2015-40: development assistance for health, and government, prepaid private, and out-of-pocket health spending in 184 countries
2017. LANCET.
Factors associated with the contraindicated use of oral contraceptives in Brazil
2017. Revista de Saúde Pública (Online).
Perfil do Inquérito de Violências e Acidentes em Serviços Sentinela de Urgência e Emergência
2017. Epidemiologia e Servicos de Saude.
Health promotion in school environment in Brazil
2017. Revista de Saúde Pública (Online).
Smoking prevalence and attributable disease burden in 195 countries and territories, 1990-2015: a systematic analysis from the Global Burden of Disease Study 2015
2017. Lancet (British edition).
Cobertura de Planos de Saúde na população brasileira, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
2017. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Child and Adolescent Health From 1990 to 2015
2017. JAMA Pediatrics.
Self-Reported High-Cholesterol Prevalence in the Brazilian Population: Analysis of the 2013 National Health Survey
2017. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Use of and access to health services in Brazil, 2013 National Health Survey
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Population-based surveys and monitoring of noncommunicable diseases
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Use of health services by Brazilian older adults with and without functional limitation
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Effect of the inclusion of mobile phone interviews to Vigitel
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Inequalities in healthy life expectancy by Federated States
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Noncommunicable diseases and the use of health services: analysis of the National Health Survey in Brazil
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Depression and health behaviors in Brazilian adults ? PNS 2013
2017. REVISTA DE SAUDE PUBLICA.
Qualifying information on deaths and serious injuries caused by road traffic in five Brazilian capitals using record linkage
2017. ACCIDENT ANALYSIS AND PREVENTION.
A implantação do Sistema de Vigilância de Doenças Crônicas Não Transmissíveis no Brasil, 2003 a 2015: alcances e desafios
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Diabetes mellitus and chronic kidney disease in the Eastern Mediterranean Region: findings from the Global Burden of Disease 2015 study.
2017. INTERNATIONAL JOURNAL OF PUBLIC HEALTH (ONLINE).
Tendências da autoavaliação de saúde em relação ao excesso de peso na população adulta residente nas capitais do Centro-Oeste do Brasil
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Cardiovascular health in Brazilian state capitals
2017. Revista Latino-Americana de Enfermagem.
Cause-specific mortality for 249 causes in Brazil and states during 1990-2015: a systematic analysis for the global burden of disease study 2015
2017. Population Health Metrics.
Burden of cardiovascular diseases in the Eastern Mediterranean Region, 1990-2015: findings from the Global Burden of Disease 2015 study.
2017. INTERNATIONAL JOURNAL OF PUBLIC HEALTH (ONLINE).
Clustering patterns of oral and general health-risk behaviours in Brazilian adolescents: Findings from a national survey
2017. COMMUNITY DENTISTRY AND ORAL EPIDEMIOLOGY.
Pesquisa Nacional de Saúde 2013: relação entre uso de álcool e características sociodemográficas segundo o sexo no Brasil
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Características da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar - PeNSE
2017. EPIDEMIOLOGIA E SERVICOS DE SAUDE.
Fatores de risco e proteção de doenças e agravos não transmissíveis em adolescentes segundo raça/cor: Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar
2017. REVISTA BRASILEIRA DE EPIDEMIOLOGIA (IMPRESSO).
Fatores associados a violências contra crianças em Serviços Sentinela de Urgência nas capitais brasileiras
2017. Ciencia & Saude Coletiva.
Programa Academias da Saúde e a promoção da atividade física na cidade: a experiência de Belo Horizonte, MG, Brasil
2017. Ciencia & Saude Coletiva.
Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel): mudança na metodologia de ponderação
2017. EPIDEMIOLOGIA E SERVICOS DE SAUDE.
Diferenças no consumo de alimentos entre homens e mulheres entrevistados pelo inquérito telefônico Vigitel
2017. REVISTA BRASILEIRA EM PROMOÇÃO DA SAÚDE (ONLINE).
Global, regional, and national deaths, prevalence, disability-adjusted life years, and years lived with disability for chronic obstructive pulmonary disease and asthma, 1990-2015: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2015
2017. Lancet Respiratory Medicine.
Prevalence of functional disability in the elderly: analysis of the National Health Survey
2017. Revista da Rede de Enfermagem do Nordeste.
Risk and protection factors for self-reported hypertension and diabetes in João Pessoa, Brazil. The VIGITEL survey, 2014. A cross-sectional study
2017. Sao Paulo Medical Journal.
A prática de bullying entre escolares brasileiros e fatores associados, Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2015
2017. Ciencia & Saude Coletiva.
Violência cometida por pessoa conhecida - Brasil, 2013
2017. Ciencia & Saude Coletiva.
Violências contra adolescentes nas capitais brasileiras, segundo inquérito em serviços de urgência
2017. Ciencia & Saude Coletiva.
Uso de outros produtos do tabaco entre escolares brasileiros (PeNSE 2012)
2017. Cadernos de Saude Publica.
Mortality due to noncommunicable diseases in Brazil, 1990 to 2015, according to estimates from the Global Burden of Disease study
2017. Sao Paulo Medical Journal.
Healthcare Access and Quality Index based on mortality from causes amenable to personal health care in 195 countries and territories, 1990-2015: a novel analysis from the Global Burden of Disease Study 2015
2017. LANCET.
Estimates of global, regional, and national morbidity, mortality, and aetiologies of diarrhoeal diseases: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2015
2017. LANCET INFECTIOUS DISEASES.
Global, Regional, and National Burden of Cardiovascular Diseases for 10 Causes, 1990 to 2015
2017. JOURNAL OF THE AMERICAN COLLEGE OF CARDIOLOGY.
Health Effects of Overweight and Obesity in 195 Countries over 25 Years
2017. NEW ENGLAND JOURNAL OF MEDICINE.
Characteristics of the Violence and Accidents Survey Conducted in Brazilian Sentinel Emergency Departments.
2017. EPIDEMIOLOGIA E SERVIÇOS DE SAÚDE.
Evolução de indicadores do tabagismo segundo inquéritos de telefone, 2006-2014
2017. Cadernos de Saude Publica.
Global, regional, and national under-5 mortality, adult mortality, age-specific mortality, and life expectancy, 1970-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2017. LANCET.
Global, regional, and national age-sex specific mortality for 264 causes of death, 1980-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2017. LANCET.
Global, regional, and national incidence, prevalence, and years lived with disability for 328 diseases and injuries for 195 countries, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2017. LANCET.
Global, regional, and national disability-adjusted life-years (DALYs) for 333 diseases and injuries and healthy life expectancy (HALE) for 195 countries and territories, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2017. LANCET.
Measuring progress and projecting attainment on the basis of past trends of the health-related Sustainable Development Goals in 188 countries: an analysis from the Global Burden of Disease Study 2016
2017. LANCET.
Global, regional, and national comparative risk assessment of 84 behavioural, environmental and occupational, and metabolic risks or clusters of risks, 1990-2016: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2016
2017. LANCET.
Global, Regional, and National Cancer Incidence, Mortality, Years of Life Lost, Years Lived With Disability, and Disability-Adjusted Life-years for 32 Cancer Groups, 1990 to 2015
2016. JAMA Oncology.
Consumo abusivo de álcool e envolvimento em acidentes de trânsito na população brasileira, 2013
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Socioeconomic inequalities in activities of daily living limitations and in the provision of informal and formal care for noninstitutionalized older Brazilians: National Health Survey, 2013
2016. International Journal for Equity in Health (Online).
Measuring the health-related Sustainable Development Goals in 188 countries: a baseline analysis from the Global Burden of Disease Study 2015
2016. LANCET.
Global, regional, and national comparative risk assessment of 79 behavioural, environmental and occupational, and metabolic risks or clusters of risks, 1990?2015: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2015
2016. The Lancet (North American edition).
Bullying e fatores associados em adolescentes da Região Sudeste segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar
2016. Revista Brasileira de Epidemiologia (Online).
7ª Diretriz Brasileira de Hipertensão Arterial
2016. Arquivos Brasileiros de Cardiologia (Impresso).
Capítulo 1 - Conceituação, Epidemiologia e Prevenção Primária
2016. Arquivos Brasileiros de Cardiologia (Impresso).
Prevalência da atividade física no tempo livre nas capitais brasileiras
2016. Rev Med Minas Gerais.
Global, regional, and national comparative risk assessment of 79 behavioural, environmental and occupational, and metabolic risks or clusters of risks, 1990-2015: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2015
2016. Lancet (British edition).
Global, regional, and national disability-adjusted life-years (DALYs) for 315 diseases and injuries and healthy life expectancy (HALE), 1990-2015: a systematic analysis for the Global Burden of Disease Study 2015
2016. Lancet (British edition).
Características de motociclistas envolvidos em acidentes de transporte atendidos em serviços públicos de urgência e emergência
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
A ocorrência de causas externas na infância em serviços de urgência: aspectos epidemiológicos, Brasil, 2014
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Social inequalities in health behaviors among Brazilian adults: National Health Survey, 2013
2016. International Journal for Equity in Health (Online).
Prevalence of high blood pressure measured in the Brazilian population, National Health Survey, 2013
2016. Sao Paulo Medical Journal.
Healthcare and unhealthy eating among children aged under two years: data from the National Health Survey, Brazil, 2013
2016. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil.
Trends in corrected lung cancer mortality rates in Brazil and regions
2016. Revista de Saúde Pública (Online).
Avanços do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis no Brasil, 2011-2015
2016. Epidemiologia e Serviços de Saúde.
Rede social de adolescentes em liberdade assistida na perspectiva da saúde pública
2016. Revista Brasileira de Enfermagem.
O Programa Academia da Saúde como estratégia de promoção da saúde e modos de vida saudáveis: cenário nacional de implementação
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS): capítulos de uma caminhada ainda em construção
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
A Cobertura da Estratégia de Saúde da Família (ESF) no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Social inequalities in the prevalence of self-reported chronic non-communicable diseases in Brazil: national health survey 2013
2016. International Journal for Equity in Health (Online).
Obtenção de medicamentos para hipertensão e diabetes no Programa Farmácia Popular do Brasil: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
2016. Epidemiologia e Serviços de Saúde.
Associations between noncommunicable disease risk factors, race, education, and health insurance status among women of reproductive age in Brazil - 2011
2016. Preventive Medicine Reports.
The Fraction of Cancer Attributable to Ways of Life, Infections, Occupation, and Environmental Agents in Brazil in 2020
2016. Plos One.
Fontes de obtenção de medicamentos para hipertensão e diabetes no Brasil: resultados de inquérito telefônico nas capitais brasileiras e no Distrito Federal, 2011
2016. Cadernos de Saúde Pública (Online).
Lesões no trânsito e uso de equipamento de proteção na população brasileira, segundo estudo de base populacional
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Saúde Bucal autorreferida da população adulta brasileira: resultados da Pesquisa Nacional de Saúde 2013
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
7ª Diretriz Brasileira De Hipertensão arterial - Conceituação, Epidemiologia e Prevenção Primária
2016. Arquivos Brasileiros de Cardiologia.
Tendência temporal dos indicadores de excesso de peso em adultos nas capitais brasileiras, 2006-2013
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Percepção da população brasileira sobre a assistência prestada pelo médico. Brasil, 2013
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
Método de projeção de indicadores das metas do Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis no Brasil segundo capitais dos estados e Distrito Federal
2016. Epidemiologia e Servicos de Saude.
Effectiveness of a scaled up physical activity intervention in Brazil: A natural experiment
2016. PREVENTIVE MEDICINE.
Prevalência autorreferida de deficiência no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 2013
2016. Ciência & Saúde Coletiva (Online).
DIETARY HABITS AND FUNCTIONAL LIMITATION OF OLDER BRAZILIAN ADULTS: EVIDENCE FROM THE BRAZILIAN NATIONAL HEALTH SURVEY (2013)
2016. Journal of Aging Research & Clinical Practice.
Country actions to meet UN commitments on non-communicable diseases: a stepwise approach
2013. Lancet (British edition).
O percurso da linha do cuidado sob a perspectiva das doenças crônicas não transmissíveis
2010. Interface (Botucatu. Impresso).
Mortes evitáveis em menores de um ano, Brasil, 1997 a 2006: contribuições para a avaliação de desempenho do Sistema Único de Saúde
2010. Cadernos de Saude Publica.

Trabalhos completos em congressos

Iniciativas de Avaliação de Promoção da Saúde no contexto da Secretaria de Vigilância em Saúde
2009. I Seminário sobre a Politica de Promoção da Saúde. 0
Diversificação de culturas de fumo em Arapiraca: o papel da Saúde
2009. I Seminário sobre a Politica de Promoção da Saúde. 1
Óbitos Infantis em Belo Horizonte: investigação e Análise
2005. Anais do 8 Encontro de Extensão da UFMG. 2
Prevenção de óbito infantil e perinatal em BH e a avaliação das investigações realizadas
2003. 6° Encontro de Extensão da UFMG. 3
Prevenção do óbito infantil e perinatal em Belo Horizonte e a avaliação das investigações realizadas
2003. 6º. ENCONTRO DE EXTENSÃO DA UFMG. 4

Resumos expandidos em congressos

EVOLUÇÃO DOS INDICADORES RELACIONADOS AO TABAGISMO, SEGUNDO INQUÉRITO TELEFÔNICO ENTRE 2006 E 2017
2020. 8º Congresso Brasileiro de Ciências Sociais e Humanas em Saúde.
A mortalidade Infantil em usuário de planos de saúde
2005. II Simpósio de pesquisa e Iniciação Científica da Universidade Vale do Rio Doce.

Resumos em congressos

TENDÊNCIAS DE CONSUMO ABUSIVO DE ÁLCOOL NAS CAPITAIS BRASILEIRAS ENTRE OS ANOS DE 2006 E 2017
2019. 20º Seminário Nacional de Pesquisa em Enfermagem - SENPE e no 1º Seminário Internacional de Pesquisa em Enfermagem - SINPE.
MORTES EVITÁVEIS NA INFÂNCIA: CONTRIBUIÇÕES PARA A AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DA REGIÃO SUDESTE DO BRASIL
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
MORTES EVITÁVEIS NA POPULAÇÃO BRASILEIRA E SUDESTE SEGUNDO AÇÕES DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
EXERCÍCIOS FÍSICOS E ESPORTES NA POPULAÇÃO BRASILEIRA. UMA ANÁLISE ENFOCANDO AS DESIGUALDADES SOCIAIS.
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
TENDÊNCIA TEMPORAL DO USO EPISÓDICO EXCESSIVO DE ÁLCOOL NAS CAPITAIS BRASILEIRAS: ANÁLISE DE INQUÉRITOS TELEFÔNICOS DE 2006 A 2016
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
AVALIAÇÃO DOS INDICADORES DE SAÚDE INDÍGENA NA RESERVA XAKRIABÁ EM MINAS GERAIS
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
CARGA GLOBAL DE DOENÇA NO BRASIL: RANKING DOS ESTADOS SEGUNDO ANOS DE VIDA PERDIDOS AJUSTADOS POR INCAPACIDADE (DALY), 1990-2015
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
FATORES ASSOCIADOS AOS EPISÓDIOS DE AGRESSÃO FAMILIAR ENTRE ADOLESCENTES, RESULTADOS DA PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR (PENSE) 2015
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
SAÚDE SEXUAL E REPRODUTIVA DOS ADOLESCENTES BRASILEIROS: PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR 2009, 2012 E 2015.
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
PREVALÊNCIA DE CONSUMO E COMPORTAMENTO ALIMENTAR EM ESCOLARES RESIDENTES NAS CAPITAIS DA REGIÃO NORTE DO BRASIL: RESULTADOS DA PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE DO ESCOLAR, 2012
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
PREVALÊNCIAS DE HEMOGLOBINOPATIAS NA POPULAÇÃO BRASILEIRA
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
PREVALÊNCIA POPULACIONAL DE HIPERTENSÃO ARTERIAL EM ADULTOS: PESQUISA NACIONAL DE SAÚDE, 2013.
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
PREVALÊNCIA INATIVIDADE FÍSICA E LAZER SEDENTÁRIO EM ADOLESCENTES RESIDENTES NAS CAPITAIS DA REGIÃO NORTE DO BRASIL.
2019. 12º Congresso Brasileiro de Saúde Coletiva.
The burden attributable to high body mass index in Brazil, 1990-2017: findings from the Global Burden of Disease (GBD) study
2019. 52 Annual Metting Society For Epidemiologic Research.
Sexual and Reproductive Health of Brazilian Adolescents: National School Health Survey (PENSE) 2009, 2012 and 2015
2018. Europen Congress of Epidemiology: Crises, epidemiological transitions and the role of epidemiologists.
Parental Supervision and Alcohol use among Brazilian Adolescents: Analysis of Data From The National School-Based Health Survey 2015
2018. European Congress of Epidemiology ?Crises, epidemiological transitions and the role of epidemiologists?.
Associated factors with the water pipe smoking and use of other tobacco products among students, Brazil, 2015
2018. European Congress of Epidemiology ?Crises, epidemiological transitions and the role of epidemiologists?.
Preventable deaths by actions of the Public Health System in Brazilian population (2000?2013)
2018. European Congress of Epidemiology ?Crises, epidemiological transitions and the role of epidemiologists?.
A PROMOCAO DA SAUDE NO ENFRENTAMENTO DAS DCNT NO BRASIL - UMA ESTRATEGIA INTERSETORIAL
2016. 22ND IUHPE WORLD CONFERENCE ON HEALTH PROMOTION.
CONSUMO ALIMENTAR NA POPULACAO BRASILEIRA - MARCADORES DE PADRAO DE ALIMENTAR SAUDAVEL E NAO SAUDAVEL
2016. 22ND IUHPE WORLD CONFERENCE IN HEALTH PTOMOTIO.

Veja todas as publicações no Currículo Lattes

Orientações em andamento

Mestrado

Nadia Machado. Violencia contra Mulher, segundo o sistema de Vigilancia de Acidentes e Violencias. Início: 2020. Faculdade de Medicina da UFMG (Orientador principal)
Leticia Ferreira da Silva Machado. Avaliação de efetividade de Hospitais Universitarios, segundo o PNASS. Início: 2019. Universidade Federal de Minas Gerais (Orientador principal)
Polyanna Helena Coelho Bordoni. Violencia de Genero e notificações. Início: 2019. Universidade Federal de Minas Gerais (Orientador principal)

Doutorado

Edmar Geraldo Ribeiro. Estudo longitudinal do efeito da linha cuidado na reducao de Hospitalalização em pacientes com infarto. Início: 2020. Universidade Federal de Minas Gerais (Orientador principal)
Lais Santos de Magalhaes Cardoso. A definir. Início: 2019. Escola de Enfermagem UFMG (Orientador principal)
Ana Carolina Micheletti Gomide Nogueira de Sá. Colesterol e Fatores Associados. Início: 2018. Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (Orientador principal)
Isabella Vittal Pinto. Morbi Mortalidade das Causas Externas. Início: 2018. Faculdade de Medicina da UFMG (Orientador principal)
Quéren Hapuque de Carvalho. Bolsa Família e Desfechos em Saúde. Início: 2017. Escola de Enfermagem da Universidade Federal de Minas Gerais (Orientador principal)
Alanna Gomes da Silva. Tendencias Temporais dos fatores de risco de Doencas Cronicas, segundo inqueritos populacionais. Início: 2017. Escola de Enfermagem UFMG (Orientador principal)

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